domingo, 16 de abril de 2017

MUCHOS BERTOLIN EN REGIÓN DE SANTA FÉ, ARGENTINA.


Como sabemos Argentina es un país con una población   basada en la inmigración de los europeos. La Italia envió un gran contingente de inmigrantes que ayudaron a formar la Argentina.
De la Familia  Bertolin que emigró a América del Sur, muchos optaron per la Argentina.

En la región de la ciudad de Santa Fe vivir muchos Bertolin. Todavía no hay registro de parentesco con las familias BERTOLIN de  Brasil.

Luciana Bertolin, hija de Luis Bertolin son algunos de estos Bertolin del país vecino.  Tambien Gaston Bertolin que viven en la ciudad de Selva , Santiago Del estero.

También en Buenos Aires y en muchas otras ciudades Argentinas, tenemos miembros de la familia BERTOLIN.

Nos hemos mantenido en contacto con algunos, otros han tenido acceso a este blog.


Renato Bertolin de Marostica, Italia, lo que confirma al menos un inmigrante italiano de la familia Bertolin de Marostica, con destino a Argentina


Emilio Bertolin, nacido en Marostica, Italia, emigró a Argentina el 30 de noviembre de 1930. Viajó a Buenos Aires en el barco PRINCIPESSA GIOVANNA. 

Saludo a todos Bertolin en Argentina.



sexta-feira, 7 de abril de 2017

BERTOLIN OU BERTOLINI


BERTOLIN OU BERTOLINI ?

Tanto aqui no Brasil, quanto na Itália, existe as duas famílias. Sobrenomes distintos e sem parentesco, pelo menos nos últimos 200 anos.

Porém aqui no Brasil temos um caso especial.

No ramo da minha família, há os dois sobrenomes. BERTOLIN E BERTOLINI

ORIGINALMENTE somos BERTOLIN.
Assim comprovam os documentos de batismo que vieram das igrejas  na Itália.
A listagem com nomes de passageiros do navio Isabela, que trouxe  os imigrantes, também registra nossos patriarcas como BERTOLIN.

A situação é a seguinte:

O Filho mais  novo do meu tataravô, SR. REDOVINO por alguma razão, ainda desconhecida, passou a assinar como BERTOLINI e não como BERTOLIN, grafia correta do sobrenome do seu pai, ORAZIO GUISEPPE BERTOLIN.

Luciano BERTOLINI, neto de REDOVINO BERTOLINI relata suas lembranças de criança quando o Avô REDOVINO travava discussões intermináveis com seu primo irmão DOMINGOS SEGUNDO BERTOLIN, a respeito do sobrenome da familia.

Por alguma razão, REDOVINO FOI REGISTRADO COMO BERTOLINI, e assim, seus descendentes assinam como BERTOLINI.
Com o tempo vamos escrever mais sobre este assunto.

Importante esclarecer que apenas os BERTOLINI descendentes de REDOVINO BERTOLINI são nossos parentes. 

Um grande abraço a todos os BERTOLINI descendentes do REDOVINO,  e sejam todos bem vindo.

terça-feira, 4 de abril de 2017

FALECEU ALCEU BERTOLIN

Faleceu ontem, 03 de abril de 2017, em Palmas-PR,  meu Tio Alceu Bertolin.  Ele Nasceu em 1935, em Água Santa - RS. Tio Alceu era o filho mais velho de Guerino Rineu Bertolin e Zilba Pacheco Bertolin, portanto o irmão mais velho de meu pai.

Esta foto foi tirada por volta de 1961 ou 1962, no casamento de Algeu Bertolin, meu outro tio também já falecido.


sábado, 1 de abril de 2017

ALEXANDRE BERTOLIN, SUA ESPOSA ROSA ZANELLA E OS DESCENDENTES - ATUALIZADO EM 2018



ALEXANDRE BERTOLIN, era o filho caçula do Casal de imigrantes Italianos LORENZO BERTOLIN  e MARIA MAGDALENA MORESCO, os patriarcas da nossa família, que imigraram da Itália. Portanto, o irmão mais novo do meu tataravô Orazio Giuseppe Bertolin. Quando a família chegou ao Brasil, em Janeiro de 1878, ALEXANDRE BERTOLIN tinha apenas 7 anos de idade. Alexandre Nasceu em Marostica, Itália, no dia 09 de Agosto de 1870.

Podemos imaginar os pensamentos do pequeno Alexandre durante aquela viagem rumo ao desconhecido. O que uma criança de 7 anos poderia esperar desta aventura no Brasil?

A família Bertolin deixou a Itália no dia 31 de dezembro de 1877, partindo do Porto de Gênova com destino ao Brasil. Foram 26 dias, em condições precárias,  a bordo  navio ISABELA. Após uma parada no porto de Vitória-ES, no dia 23 de Janeiro, onde parte dos imigrantes italianos desembarcaram, os Bertolin  chegaram no porto do Rio de Janeiro, 03 dias mais tarde, em 26 de Janeiro de 1878. Finalmente estavam em solo brasileiro. 

Havia ainda uma longa jornada até chegar ao destino final, a Colonia Dona Isabel na serra Gaúcha. Primeiro,  era necessário cumprir o período de quarentena  na casa do imigrante na capital carioca. Atendida  esta exigência,   seguiam viagem em outro navio, partindo do Rio de Janeiro até Porto Alegre. Depois, em pequenos barcos, navegavam pelo rio Jacui, até alcançar o porto fluvial de  São João do Montenegro. A partir deste ponto, percorriam cerca de 78 kilometros em lombo de mulas ou a pé. Naquela época, não havia estrada para chegar a Colonia que sido criada poucos anos antes. Vencer este trajeto, levava de 07 a 12 dias, dependendo da condições do tempo. Uma verdadeira epopeia traçada pelos imigrantes italianos para chegarem a "terra prometida". 

Foi assim, no outono de 1878, que Alexandre começou escrever uma nova trajetória de esperança. Pelo que se tem registro da época, todas as condições - de habitação à educação - eram de  precariedade.  Foi neste cenário  que  o garoto Alexandre Bertolin cresceu, se desenvolveu e prosperou para construir um futuro melhor para sua descendência.

Anos mais tarde, Alexandre  "Ha incontrato il suo amore, una ragazza Italiana": Rosa Zanella. 


Rosa Zanella e Alexandre Bertolin


Rosa também era imigrante italiana. Filha de Pedro Zanella e Lucia Rodogeri, nasceu em Vicenza, Itália,  no dia 10 de Outubro de 1879.  Portanto, Rosa era 9 anos mais nova do que  Alexandre. Em 1879, quando ela Nasceu na Itália, Alexandre já estava no Brasil, havia um ano.

Anos mais tarde se conheceram aqui no Brasil, namoraram e constituíram família. Tiveram 03 Filhos: Primo Bertolin, Domingos Segundo Bertolin e  João Pedro Bertolin.


Casal Alexandre Bertolin e Rosa Zanella  com os filhos Primo, Domingos Segundo e João Pedro Bertolin



- Primo Bertolin  - Nasceu em 1897 e faleceu solteiro em 1918.

- Domingos Segundo Bertolin - nasceu em 1898 e faleceu em 1983 - Foi casado com                                                             Gerilda Monteiro.
- João Pedro Bertolin - nasceu em 1900 e faleceu em 1927, também não deixou  descendentes.


portanto toda a linhagem da família de Alexandre Bertolin e Rosa Zanella, descende do segundo filho: DOMINGOS SEGUNDO BERTOLIN  que se casou com GERILDA MONTEIRO.


Casal Domingos Segundo Bertolin e Gerilda Monteiro com os 11 filhos


Abaixo segue a relação dos filhos de Domingos Segundo Bertolin e Gerilda Monteiro, portanto os netos de Alexandre Bertolin e  Rosa Zanella:

1 - ALTAIR BERTOLIN  - Nasceu e, Lagoa Vermelha, em 02 de Fevereiro de 1928.
      Casou com Loreci Rezende.

2 - DÉCIO BERTOLIN - Nasceu em 07 de abril de 1929, em Passo Fundo-RS.
      Casou com Renê Bernadete Godoy.

3 - HARLAY BERTOLIN - Nasceu em 22 de Julho de 1931, em Passo Fundo-RS.
     Casou com Iris Jaeger.

4 - IOLANDA BERTOLIN SCORTEGAGNA  - Nasceu em 07 de Novembro de 1932, em Passo Fundo-       RS. Casou com Alberto SCORTEGAGNA.

5 - EVANGELINO ALEXANDRE BERTOLIN - Nasceu em 14 de Abril de 1934, em Passo Fundo-RS.
      Casou Judite Ouro.
         

Foto: Evangelino Alexandre Bertolin


6 - ZÉLIA BERTOLIN - Nasceu em 22 de Março de 1935, em  Passo Fundo-RS.

7 - JOSÉ PEDRO BERTOLIN - Nasceu  em 05 de fevereiro de 1938, em Passo Fundo-RS.
      Casou com Edite Capra.

8 - LUDOLFO BERTOLIN - Nasceu em 29 de Março de 1940, em Passo Fundo-RS.
      Casou com Wilde Noro.

9 - MARIA LÚCIA  BERTOLIN DALL'OGLIO - Nasceu em Passo Fundo-RS.
      Casou com Martinho Dall'Oglio.

10 - MARIA LÉLIA BERTOLIN SAGGIORATO - Nasceu em 06 de Março de 1943, em Passo Fundo-RS
       Casou com Selestiano Saggiorato.

11 - ALTAMIR BERTOLIN , Nasceu em 30 de Agosto de 1947, em Passo Fundo.
       Casou com Mirian Rech.


Todas estas informações  me foram, gentilmente, passadas  pelo tio  HARLAY BERTOLIN, em 2003, quando lhe encontrei em Passo Fundo-RS. Presente a este encontro, estava seu sobrinho José Raul Bertolin. As fotos de Alexandre Bertolin e Rosa Zanela, e a foto da Família de Domingos Segundo Bertolin, são colaborações de Rosana Bertolin e Telma Bertolin, filhas de Evangelino Bertolin, que me enviaram agora em 2018, após o primeiro encontro da Família Bertolin,  onde tivemos a alegria de nos conhecer em Bento Gonçalves-RS.



versione italiana:




ALEXANDRE BERTOLIN, il figlio minore della coppia  Lorenzo Bertolin e Maria  Magdalena Moresco. i patriarchi della nostra famiglia, immigrati in Italia nel 1878.

Alexandre era il fratello minore del mio trisavolo Guiseppe Orazio Bertolin. Quando la famiglia è arrivato in Brasile nel mese di gennaio 1878,  ALEXANDRE BERTOLIN aveva solo sette anni.

Possiamo immaginare i pensieri del piccolo Alexandre nel corso di questo viaggio verso l'ignoto.

Che un bambino sotto i 7 anni potevano aspettarsi da questa avventura in America?

Dal giorno hanno lasciato il porto di Genova, Italia, 26 giorni sono stati a bordo di una nave in rovina. In Brasile, un buon periodo di quarantena a casa del immigrati in Rio de Janeiro. C'era ancora un lungo viaggio per raggiungere la destinazione finale, il Colonia Dona Isabel - oggi la città di Bento Goncalves-RS.

Era lì in autunno del 1878, Alexandre ha cominciato a scrivere un nuovo percorso di speranza. Tutte le condizioni - da abitazioni all'istruzione - erano precarie. E 'in questo scenario che il ragazzo Alexandre Bertolin è cresciuta e sviluppata per costruire un futuro migliore per la loro prole.

Anni dopo, Alexandre "Ha incontrato il Suo amore, una ragazza italiana": Rosa Zanella.
Rosa è nato a Vicenza, Italia nel 1879. E 'stato nove anni più giovane di Alexandre. Quando Rosa è nato in Italia, Alessandro era già in Brasile per un anno.

Qui in Brasile, si sono incontrati, datato e reso familiare.


      

sábado, 11 de março de 2017

VAMOS COMEMORAR 14O ANOS DA IMIGRAÇÃO DA FAMÍLIA BERTOLIN


Em Breve Vamos comemorar 140 anos da Chegada da família Bertolin ao Brasil.


Foi no dia 31 de dezembro de 1877, que  o Patriarca LORENZO BERTOLIN e sua esposa  MARIA MAGDALENA MORESCO,  juntamente  com  os Filhos  MARIA - STELA -  LUIGIA -ORAZIO -  VICTORIA  E ALEXANDRE BERTOLIN,  embarcaram no navio Isabela no porto de Gênova, Itália, e partiram  com destino à nova pátria: BRASIL.

Chegaram no Rio de Janeiro no dia 26 de Janeiro de 1878. Após  um período de quarentena, seguiram para a colonia Dona Isabel, no Rio Grande do Sul,  hoje município de Bento Gonçalves.

Ali, juntamente com milhares de Italianos, recomeçaram a vida, com a esperança de construir  tempos melhores  para sua família e descendentes.

Foi um tempo duro. De sofrimento. De afastamento dos seus familiares  que ficaram na Itália. Foi um tempo de desbravar  para  construir  um futuro promissor, o que não era possível enxergar na Itália daquela época, que vivia dias da mais completa falta de perspectiva econômica.

Logo na chegada na Colonia,  habitaram em tendas de lençóis. Depois,  com algumas poucas ferramentas,  começaram a abrir clareira na floresta  para  construir uma casa e iniciar as plantações. Se a terra era boa e promissora, faltava todo tipo de estrutura. Estradas , por exemplo.  Do rio Jacui até alcançar a serra gaúcha - cerca de 78 kilometros, só era possível por meio de picadas. Ia-se  a pé  ou em lombo de  mulas.  Muitas vezes, demorava 12 dias para percorrer  esta distancia.   Só anos mais tarde  foi aberta a primeira estrada, o  que  veio permitir o  trafego de carroças para escoar a produção até  o vale do rio dos sinos  ou até Porto Alegre.

No incio do século XX, houve uma grande crise na região, causada  por uma forte seca e ataque de gafanhotos. Muitos italianos ficaram na miséria, sem recursos e sem crédito.

140 anos depois, é  possível  perceber a trajetória épica e dar graças a Deus, por esses imigrantes destemidos,  que enfrentaram todas as dificuldades para vencer aqui no Brasil.  Eles foram fortes, viveram na esperança de um tempo melhor e por isso hoje estamos nós aqui.

É tempo de celebrar. Celebrar 140 anos !


sábado, 27 de fevereiro de 2016

E HAVIA UMA PROFESSORINHA...


Atualizando este  post  feito  originalmente em 2011:

Albertina Bertolin (minha Bisavó) Nasceu em 1897. Na década de 1920, foi Professora, daquelas que ensinava em casa, no município de Protásio Alves-RS. Era raro haver escolas no interior naquela época. A Bisa Albertina também foi a primeira professora na escola de Santa Cecília, pequena localidade no município de Água Santa - RS.

Vó Albertina casou com 14 anos de Idade.

O enlace foi no dia 15 de Julho de 1911, O Noivo era o Jovem Laudelino Pacheco (Vô Lau) que na época era Alfaiate em Lagoa Vermelha - RS.

O Casal teve 11(onze) filhos:

Paulo Pacheco ,José Pacheco , João Pacheco,  Zilba Pacheco (minha avó), Vilson Pacheco, Oracio Pacheco, Moacir Pacheco, Antonio Pacheco, Vilson Pacheco, Nelson Pacheco, Valentim Pacheco

Vô "Lau" como era chamado foi delegado de policia e depois, dono de cartório em Protrásio Alves - RS, isso por volta de 1922.

No ano de 1923 ou 1924, retornou à Lagoa Vermelha - RS e passou a atuar com Farmacêutico. Para isso, Fez um Curso em Porto Alegre - RS. Mais tarde, Vó Albertina e vô Lau mudaram-se para a Comunidade de Santa Cecília e em seguida para Rio Ligeiro no município de Lagoa Vermelha - RS.
Anos mais tarde residiram na cidade de Ibiaçá - RS. Na década de 1950, mudaram-se para Mariópolis - PR.
Albertina Bertolin Pacheco faleceu no dia 23 de Junho de 1990, na cidade de Cruzeiro do Iguaçú - PR.


Na foto, O Casal Laudelino Pacheco & Albertina Bertolin com os netos:
Da esquerda para Direita: João Carlos Pacheco - Eva Pacheco -  Antonio Carlos Pacheco - Maristela  Pacheco Piovessan (Bebê no colo) -  Eda Pacheco ,- Elsa Pacheco e  por  último Sergio Pacheco .

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

AOS BERTOLIN DE ARGENTINA Y ESPAÑA



Amigos de Argentina y España, este blog se ha desarrollado con el fin de registrar la historia de Familia Bertolin.
Muchos italianos emigraron a América del Sur a finales del siglo XIX. Algunos llegaron a Brasil. Otros para la Argentina. El hecho es que muchos lazos familiares se deshacen. Hoy en día, con la facilidad de la Internet, podemos redescubrir historias de vida y entender mejor a nuestros hitoria de la familia. Es con este pensamiento que me dedico a hacer este blog.
Les pido su comprensión para el fracaso con el idioma español, como usted sabe, aquí en Brasil se habla portugués. Perdón por los errores. El esfuerzo es facilitar su comprensión de lo que tratamos aquí. Sinembargo, siempre que  posible, les traigo los mensajes en español o italiano.

Yo quiero que se sienta motivado a participar mediante la presentación de observaciones e información sobre la historia de su familia.

para eso,  es importante para obtener el registro de los nombres y las fechas. Una forma de obtener esta información es buscar los registros en las iglesias. Es allí donde encontramos  los registros de matrimonios y nacimientos. Documentos Esenciales para iniciar una búsqueda en la genealogía.

Consideren partícipe de este Blog. Somos la gran  Familia Bertolin.

sábado, 2 de janeiro de 2016

OS FILHOS DE ANDRE BERTOLIN E GENOVEVA GIACOMIN


André Bertolin  foi o filho mais velho do casal Orazio Giuseppe Bertolin e Sebastiana Alves Monteiro da Silva. Portanto, André é a primeira geração da família, nascido no Brasil. Nasceu no dia 14 de Maio de 1893, no município de Lagoa Vermelha-RS.

André Bertolin se casou com Genoveva Giacomin, esta noninha que está no centro da foto abaixo. O casamento foi realizado pelo Padre Antonio Seganfredo, no dia primeiro de Janeiro de 1910, conforme registro no livro 01, página 68, da Paróquia de São João Batista, em Nova Prata-RS.

Vó GENOVEVA BERTOLIN (centro) participando do casamento do neto Algeu Bertolin,
na década de 1960 - já em Santa Catarina.


Como já disse em outro post, economizaram no churrasco, fazendo a festança do enlace no dia primeiro do ano.  Italiani Pó !

Economizaram no churrasco, mas não economizaram na Filharada.

ANDRÉ e GENOVEVA tiveram 08 (oito) filhos:

- Vitória Bertolin  - casada  com Elpidio Geten
- Ernesto Bertolin - casado com Ermelinda
- Gentil Bertolin - casado com Geni
- Vitório (Tio Neno) - casado com Olinda
- Guerino Rineo - Casado com sua prima Zilba Pacheco Bertolin  (Meus avós)
- Otilia Bertolin - Casada com Raimundo Momo
- Erminia Bertolin - casada com Mário Vargas
- Antonio Bertolin - Casado com Maria Felini

ANDRÉ BERTOLIN faleceu cedo, no dia 27 de Fevereiro de 1953, com 62 anos.
GENOVEVA, foi a segunda filha do casal de imigrantes Italianos VALENTIN GIACOMIN e MARIA PICOLI, portanto, também primeira geração da família GIACOMIN nascida no Brasil.

Fica aqui o registro  para  os descentes de André e Genoveva Bertolin, para acrescentarem  fotos  ou informações da família.

Certidão de Nascimento de ANDRE BERTOLIN

Certidão de Nascimento de GENOVEVA GIACOMIN

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Certidão de CASAMENTO DE ANDRÉ BERTOLIN e GENOVEVA GIACOMIN


domingo, 27 de dezembro de 2015

O ITALIANO E A SEBASTIANA.

Desde  o Inicio da Imigração italiana no sul do Brasil, os jovens protagonizaram algumas histórias de amor inusitadas.  Grande parte dos casamentos acabava sendo entre filhos de imigrantes mesmo.
Os relacionamentos se davam no ambiente da colonia. A dificuldade de locomoção era uma das razões. Assim, as novas famílias eram formadas - em sua maioria - entre imigrantes mesmo.
Mas, vez por outra,   um ragazzo se apaixonava por uma moça nativa.

E foi isso que  aconteceu com Orazio Giuseppe Bertolin.





Nascido na Itália,  na cidade de Maróstica - Vicenza, imigrou para  o Brasil,  junto com seus pais, em 1878. 

Orazio chegou aqui com 14 anos de idade.

Em abril de 1878, a família BERTOLIN já estava estabelecida na  Colonia DONA ISABEL, hoje município de Bento Gonçalves-RS.
Orazio crescia e trabalhava duro  junto com a família. Havia cinco anos que o Orazio estava no Brasil e ele teve um encontro fulminante com uma brasileirinha estonteante: a Sebastiana.

 Pronto! 

O coração do Italiano tinha uma dona. Sebastiana Alves Monteiro da Silva, este  era o nome da moça. Cabelos lisos. Linda e Vaidosa. Assim era definida por quem a conheceu.


Casamento?  não há registro.

 Mas o fato é que os Orazio e Sebastiana constituíram família e tiveram 06(seis) filhos:

- André BERTOLIN - Nasceu em 14.05.1893 - faleceu em 27.02.1953
  Casou  em 01.01.1910 com Genoveva Giacomin

- Vitório BERTOLIN (faleceu solteiro).

- Anália BERTOLIN
  Casou com JUANITO TOZON

- Magdalena BERTOLIN - Nasceu em 1896 e faleceu em 23.09.1898, aos dois anos de idade).

- Albertina BERTOLIN Nasceu em 28.09.1897 e faleceu em 23.06.1990
  Casou com Laudelino Pacheco.

- Redovino BERTOLINI (isso mesmo, registrado como BERTOLINI)

Orazio amava Sebastiana, mas o relacionamento  não deu certo.

Houve uma separação e uma tentativa de reconciliação, cerca de um ano depois. Não prosperou. Acabou. Separaram-se definitivamente.
Orazio Giuseppe Bertolin  não casou mais.  Viveu seus últimos dias na casa de seu neto Guerino Rineu Bertolin. Faleceu em Setembro de 1942, aos 79 anos de idade.

Da sebastiana, pouco se sabe.  






sábado, 26 de dezembro de 2015

E OS PRIMOS SE CASARAM.

Esta é a história do casamento dos meus avós paternos.  Zilba Pacheco Bertolin  & Guerino Rineo Bertolin
Ela, filha de Laudelino Pacheco e Albertina Bertolin Pacheco.
Ele, Filho de André Bertolin e Genoveva Giacomin Bertolin.  Ambos netos de Orazio Guiseppe Bertolin.  Portanto, PRIMOS. Albertina e André Bertolin eram irmãos.

Guerino era sete anos mais velho. Primo e Prima  viviam de forma muito pacata no interior do Rio Grande do Sul. 
Um belo dia Guerino teve  um olhar diferente para a prima, que era bem mais jovem. Um Olhar. Um convite para dançar no primeiro baile que os dois se encontraram. A  partir daquele momento Guerino não queria saber de outra coisa. Apenas tinha olhares  para a prima. Adorava ir na casa do Tio Lau e da Tia Albertina, só para estar perto da prima.
Zilba inicialmente não entendia as pretensões do primo. Mas, sem se dar conta, correspondia as investidas do Guerino.  De repente a mocinha Zilba estava inquieta e, apaixonada. O Primo Guerino tinha arrebatado seu coração.  Nascia assim um amor para  o resto de suas vidas. Guerino e Zilba não tiveram dúvidas. Estavam apaixonados e iriam enfrentar qualquer  resistência da família para ficarem juntos. Começava assim o namoro que acabou em casamento no dia 15 de Junho de 1935. 
No dia do enlace, Zilba  tinha apenas 17 anos de idade. 

Se foi exatamente assim eu não sei, mas que os primos casaram, isto  é fato verdadeiro.
O registro oficial do casamento  foi feito no cartório de Registro Civil da sede Teixeira (hoje município de Tapejara-RS), então pertencente ao município de Passo Fundo-RS,  





O Casal teve cinco filhos.  Alceu, Algeu. Alfeu (meu Pai) Algenes  e Altaneu.
Vô Guerino faleceu em 1976 na cidade de Galvão, santa Catarina. Vó Zilba, faleceu em agosto de 2005 também na cidade de Galvão-SC.





segunda-feira, 2 de novembro de 2015

LORENZO BERTOLIN, O PATRIARCA QUE IMIGROU PARA O BRASIL EM 1877.


Lorenzo Bertolin nasceu em Pianezze, Vicenza Itália, no dia 18 de Maio de 1834.

Região de Pianezze, Vicenza - Itália, onde nasceu LORENZO BERTOLIN.  Foto de 2014.


Lorenzo casou com Maria Magdalena Moresco, no dia 23 de Fevereiro de 1854, na Igreja Santa Maria Assunta, na cidade de Maróstica - Vicenza, Itália. 

Lorenzo era "Possidente", tinha posses, e assinou o termo de matrimônio. Maria Magdalena Moresco "Ha firmato con una croce" ou seja assinou com uma CRUZ, o que indica que não sabia escrever.
O casal teve 06(seis) filhos, todos nascido na Itália e Batizados na Igreja Santa Maria Assunta, na Cidade de Maróstica:

- MARIA - STELLA  - ORAZIO GIUSEPPE - LUIGIA - VICTÓRIA  e ALEXANDRE

Sem perspectiva na Itália, que atravessava uma grande crise econômica naquela época, LORENZO decidiu fazer o que muitos compatriotas estavam fazendo naquela época:  Deixar a Itália e vir para o Brasil, fazendo parte assim, parte de um grande movimento de imigração que ocorria com  o objetivo trazer mão de obra para  o Sudeste e Sul  do Brasil.

No dia 31 de Dezembro de 1877, LORENZO BERTOLIN, sua esposa e os 06 filhos, embarcaram no navio ISABELA e partiram do Porto de Gênova na Itália com Destino ao Rio de Janeiro. Depois seguiriam para a Colonia DONA ISABEL (Hoje Bento Gonçalves) no Rio Grande do Sul. As condições de viagem eram precárias, literalmente amontoados no porão do navio. 
Ao som das musicas típicas do norte da Itália, dançavam e cantavam na esperança de dias melhores. 

No dia 23 de Janeiro de 1878, o navio Isabela, comandado por Guilherme Villa,  atracou no Porto de Vitória-ES, onde desembarcaram parte dos imigrantes italianos.
Três dias mais tarde, em 26 de Janeiro de 1878, o Vapor Isabela chegava finalmente ao  porto do Rio de Janeiro, onde a Família BERTOLIN desembarcou.
Após os procedimentos legais, os imigrantes eram "acomodados" na central de Imigração, onde iriam permanecer por cerca de 40 dias. Somente após este período seguiam para seu destino final. A família Bertolin, juntamente  com a família Toniolo, Também procedente da cidade de Maróstica,e outras famílias de imigrantes seguiram viagem para o Rio Grande do Sul. Era uma verdadeira SAGA.

Num navio de menor porte seguiram até Porto Alegre. O passo seguinte era navegar  em barcaças  pelo Rio Jacui, até alcançar o porto fluvial de São João do Montenegro. A partir deste ponto,  seguiam a pé e  em lombo de mulas por mais 78 kilometros, percurso que chegava a durar até 12 dias, até,  finalmente, chegar a colonia Dona Isabel, hoje município de Bento Gonçalves-RS.

Por ser colono, LORENZO BERTOLIN fixou residência na Colônia Dona Isabel - hoje cidade de Bento Gonçalves-RS. Teve como propriedade o lote 54 - na Estrada Geral - ala Leste - SA 118, com 445.005 m2. Esta região é conhecida hoje como "Caminho de Pedras".

Em Novembro de 1886, faleceu sua esposa Maria Maddalena Moresco.

Lorenzo Bertolin, faleceu no dia 05 de Maio de 1909, conforme cópia do Registro de óbito N. 35 - livro 07 - fls. 106/107 - no cartório do Registro Civil das Pessoas Naturais, de Bento Gonçalves - RS.


 Detalhe importante:

O Documento está registrado como LORENZO BERTOLINI - A INCLUSÃO DA LETRA "I" NO FINAL DO SOBRENOME DEVE-SE AO FATO DE QUE ESTE CARTÓRIO É MANTIDO POR DESCENDENTES DE REDOVINO BERTOLINI.

Redovino BERTOLINI é filho de Orazio Giuseppe BERTOLIN e Sebastiana Alves Monteiro da Silva, portanto neto de LORENZO BERTOLIN. Redovino teve a alteração na grafia do Sobrenome, passando a assinar como BERTOLINI.

Portanto, esta grafia não caracteriza parentesco com a FAMILIA BERTOLINI, cuja origem também é italiana e com descendentes no Brasil.

Os documentos fornecidos pela Igreja Santa Maria Assunta, da cidade de Marostica na Itália confirmam o sobrenome de LORENZO e ORAZIO GIUSEPPE BERTOLIN.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

FAMÍLIA BERTOLIN EN ARGENTINA


Ya se sabe que  la familia Bertolin también emigró de Italia a Argentina. En la ciudad de Santa Fe, vive un gran número de personas de la familia BERTOLIN.

En Buenos Aires y en muchas otras ciudades Argentinas, tenemos miembros de la familia BERTOLIN.

Nos hemos mantenido en contacto con algunos, otros han tenido acceso a este blog.

Me sale ahora Renato Bertolin de Marostica, Italia, lo que confirma al menos un inmigrante italiano de la familia Bertolin, con destino a Argentina


Emilio Bertolin, nacido en Marostica, Italia, emigró a Argentina el 30 de noviembre de 1930. Viajó a Buenos Aires en el barco PRINCIPESSA GIOVANNA. 

Un saludo a todos Bertolin en Argentina.


......  ///  .......

Sabemos  que a família Bertolin também imigrou da Itália  para a Argentina. Na cidade de Santa Fé, há muitos Bertolin.  

Temos mantido contato  com alguns, outros tem acessado  este blog.

Recebo  agora do Renato Bertolin de Marostica, Italia,  a  confirmação de pelo menos mais um imigrante Italiano da família Bertolin, com destino a Argentina:

Emílio Bertolin, nascido em Marostica, Vicenza -  Itália,  imigrou para Argentina,  em 30 de Novembro de 1930. Viajou para Buenos aires a bordo do navio PRINCIPESSA GIOVANNA.  A  informação  é um Registro do  CEMLA Centro de estudios Migratorios Latinoamericanos - Buenos Aires (Argentina).    


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segunda-feira, 16 de março de 2015

FAMIGLIA BERTOLIN - UNA FAMIGLIA GLOBALIZZATO?

Famiglia BERTOLIN e Amici

Questo blog ha superato 10.000 visite. Quando si tratta di internet, non è niente. Ma ciò che attira l'attenzione, non è la quantità di colpi, ma l'origine dei paesi che hanno avuto accesso il blog. 

il FAMIGLIA BERTOLIN è globalizzata?

ORIGINE DI ACCESSO A QUESTO BLOG:

Brasile - EUA - Germania - Italia - Spagna - Canada - Argentina - Francia - Russia - Paesi Bassi - Cina - India - Romania - Portogallo - Repubblica Ceca - Messico - Cile - Uruguay - Paraguay - Regno Unito - Polonia - Ucraina - Australia - Afghanistan - Colombia - Svezia - Libano - Svizzera - Venezuela - Turchia.

I miei ringraziamenti a voi chi ha avuto accesso. Ringrazio anche in modo speciale coloro che commentare o contribuire informazioni e materiali.

Un  abbraccio a tutti.



Família BERTOLIN e Amigos,

Este blog superou a marca dos 10.000 acessos. Em se tratando de internet, isso é nada. Mas  o que chama atenção, não é a quantidade de acessos e sim a origem  dos países que tem acessado o blog. Pelo visto, a FAMÍLIA BERTOLIN está globalizada.
A relação a baixo não está por ordem de volume de acessos, mas serve para dar  noção da amplitude de um canal simples como este tem:

ORIGEM DOS ACESSOS A ESTE BLOG:

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domingo, 4 de janeiro de 2015

QUEM FOI ZILBA PACHECO BERTOLIN

Estas crianças foram fotografadas na década de 1920. Não se tem a data exata, mas  o local, provavelmente, foi no município de Protásio Alves, estado do Rio Grande do Sul. Foi lá que ZILBA PACHECO nasceu no dia 04 de Julho de 1918. A BIBA,  como carinhosamente foi chamada na infância e na adolescência, é esta garotinha simpática, de perna cruzada, em pé ao lado direito na foto abaixo. As crianças no caso são 4  dos 11filhos que  casal Laudelino Pacheco (Vö LAU) e Albertina Bertolin tiveram.

Irmãos PACHECO, Década de 1920 - Foto cedida  pela Família Pacheco.
Tio Zeca Pacheco(Meu Padrinho) Tio Plinio (Tio Nota) e a Vó ZILBA.  Atrás  o Tio Paulo Pacheco.

ZILBA PACHECO  é  filha de de LAUDELINO PACHECO  e ALBERTINA BERTOLIN, meus Bisavós paternos. A vó ZILBA é a unica menina  numa família de 11 irmão. Ela e mais dez meninos.

Nesta outra  foto, que deve ter sido tirada pouco tempo depois, demonstra mais uma vez  com a Vó ZILBA  - a BIBA (Ela confessou  para mim o  apelido de infância) gostava de se arrumar  bem e  era  simpática  aos fotógrafos.

Em pé:  Vó ZILBA PACHECO , na década de 1920. A garotinha sentada na cadeira não foi identificada.
Foto cedida pela minha tia Algenes  Pagliosa

O detalhe interessante é que muito cedo a Vó ZILBA PACHECO  se apaixonou pelo primo GUERINO RINEO BERTOLIN, ou será que o primo se apaixonou por ela......
Namoraram e no dia 15 de Junho de 1935, se casaram, conforme certidão de casamento abaixo. 
Note-se que a Vó ZILBA ainda não havia completado 17 anos de vida quando se casou. O aniversário de 17 anos seria comemorado 19 dias depois do casamento.

Certidão de casamento de Vó Zilba Pacheco com seu primo Guerino Rineo Bertolin, extraido do  número 165, Livro de casamentos 1-B, folhas  178/179 do Cartório Registro Civil da Cidade de Tapejara, Rio Grande do Sul.

Vó Zilba e Vó Guerino, iniciaram sua caminhada de casal no Rio Grande do Sul, conforme  pode-se ler no Recorte de Jornal de Passo Fundo, retratando a comunidade de nova FIUME. (FIUME  em Italiano significa RIO).


Na foto do Jornal  o  Jovem Casal empreendedor de uma selaria na PROGRESSISTA localidade de Nova Fiume  ZILBA PACHECO  e GUERINO RINEO  BERTOLIN. As crianças  ainda não foram identificadas.

Vó ZILBA  e  VÖ GUERINO  tiveram 05 filhos:

- ALCEU BERTOLIN
- ALGEU BERTOLIN
- ALFEU BERTOLIN, (Meu Pai)  nascido em 02.12.1939, no município de Água Santa, Rio Grande do Sul.
- ALGENES BERTOLIN PAGLIOSA
- ALTANEU BERTOLIN

NO ano de 1954, a família  mudou-se  para Santa Catarina vindo a residir nesta casa (foto abaixo) na localidade de Presidente Vargas  ou Irakitan no município de Tangará - SC.


Nesta casa que foi residencia da Família Bertolin, no interior do município de Tangará, também funcionava a loja de secos & molhados, uma empresa em sociedade do meu avô Guerino Rineo Bertolin com a família DENARDI.

Na foto abaixo, anos mais tarde, o  Casal GUERINO RINEO BERTOLIN &  ZILBA PACHECO, tem entre eles, sentada, a mãe  do meu avô, a bisa GENOVEVA GIACOMIM.
Atrás estão os filhos  e  as duas primeiras Noras, no dia do casamento do meu Tio ALGEU BERTOLIN com a Tia VANDA ROCHA.



Em pé:  Meu Pai ALFEU BERTOLIN, Gladis Esposa do Tio Alceu, ALCEU Bertolin,  a Noiva VANDA ROCHA BERTOLIN, o Noivo ALGEU BERTOLIN, Tia ALGENES BERTOLIN PAGLIOSA  e o filho caçula tio ALTANEU BERTOLIN.

A Vó ZILBA foi um grande exemplo de mãe, Sogra, avó e Bisavó. Minha mãe quando casou com meu pai,  foi residir por algum tempo na mesma casa  com a Vó ZILBA. Até os últimos dias de sua vida, a D. Deolide Brunetta (minha mãe) não se cansava de lembrar e elogiar a VÓ ZILBA. Aliás, foi a partir das longas conversas que tive  com a minha mãe no hospital, nos seus últimos meses de vida, que despertei o interesse em conhecer mais a história da família BERTOLIN. Depois veio o desejo de escrever e finalmente nasceu este blog.
Pelas circunstancias da vida, tive uma convivência menor do que eu gostaria com a minha querida vó ZILBA.
Pela graça do bondoso DEUS, fui abençoado com a visita dela em nossa casa no ano de 2002. Foram cerca de 10 dias de  uma  convivência maravilhosa. De aprendizado e de descobertas sobre detalhes importantes da família Bertolin. Louvo a Deus  por aqueles dias.
Depois, tivemos ainda outros encontros de boas lembranças. Também estivemos juntos no seu último dia de vida, em Agosto de 2005, quando ela faleceu, na cidade de Galvão, Santa Catarina, aos 87 anos de idade.
Na despedida, fui convidado a proferir algumas palavras. Tive a alegria de falar que a Vó Zilba viveu de acordo com a palavra Bíblica que diz que, como filhos de Deus, devemos ser SAL e LUZ para este mundo. A vó ZILBA de fato  praticou esta palavra  no convívio da sua família. Não tenho certeza se ela conhecia este texto da Bíblia, mas que praticou, praticou.