Faleceu ontem, 03 de abril de 2017, em Palmas-PR, meu Tio Alceu Bertolin. Ele Nasceu em 1935, em Água Santa - RS. Tio Alceu era o filho mais velho de Guerino Rineu Bertolin e Zilba Pacheco Bertolin, portanto o irmão mais velho de meu pai.
Esta foto foi tirada por volta de 1961 ou 1962, no casamento de Algeu Bertolin, meu outro tio também já falecido.
Informazioni di famiglia BERTOLIN in BRASILE. Origine Cittá di Marostica, provincia di Vicenza - Italia. Arrivati in Brasile nel 1878.
terça-feira, 4 de abril de 2017
sábado, 1 de abril de 2017
ALEXANDRE BERTOLIN, SUA ESPOSA ROSA ZANELLA E OS DESCENDENTES - ATUALIZADO EM 2018
ALEXANDRE BERTOLIN, era o filho caçula do Casal de imigrantes Italianos LORENZO BERTOLIN e MARIA MAGDALENA MORESCO, os patriarcas da nossa família, que imigraram da Itália. Portanto, o irmão mais novo do meu tataravô Orazio Giuseppe Bertolin. Quando a família chegou ao Brasil, em Janeiro de 1878, ALEXANDRE BERTOLIN tinha apenas 7 anos de idade. Alexandre Nasceu em Marostica, Itália, no dia 09 de Agosto de 1870.
Podemos imaginar os pensamentos do pequeno Alexandre durante aquela viagem rumo ao desconhecido. O que uma criança de 7 anos poderia esperar desta aventura no Brasil?
A família Bertolin deixou a Itália no dia 31 de dezembro de 1877, partindo do Porto de Gênova com destino ao Brasil. Foram 26 dias, em condições precárias, a bordo navio ISABELA. Após uma parada no porto de Vitória-ES, no dia 23 de Janeiro, onde parte dos imigrantes italianos desembarcaram, os Bertolin chegaram no porto do Rio de Janeiro, 03 dias mais tarde, em 26 de Janeiro de 1878. Finalmente estavam em solo brasileiro.
Havia ainda uma longa jornada até chegar ao destino final, a Colonia Dona Isabel na serra Gaúcha. Primeiro, era necessário cumprir o período de quarentena na casa do imigrante na capital carioca. Atendida esta exigência, seguiam viagem em outro navio, partindo do Rio de Janeiro até Porto Alegre. Depois, em pequenos barcos, navegavam pelo rio Jacui, até alcançar o porto fluvial de São João do Montenegro. A partir deste ponto, percorriam cerca de 78 kilometros em lombo de mulas ou a pé. Naquela época, não havia estrada para chegar a Colonia que sido criada poucos anos antes. Vencer este trajeto, levava de 07 a 12 dias, dependendo da condições do tempo. Uma verdadeira epopeia traçada pelos imigrantes italianos para chegarem a "terra prometida".
Foi assim, no outono de 1878, que Alexandre começou escrever uma nova trajetória de esperança. Pelo que se tem registro da época, todas as condições - de habitação à educação - eram de precariedade. Foi neste cenário que o garoto Alexandre Bertolin cresceu, se desenvolveu e prosperou para construir um futuro melhor para sua descendência.
Anos mais tarde, Alexandre "Ha incontrato il suo amore, una ragazza Italiana": Rosa Zanella.
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| Rosa Zanella e Alexandre Bertolin |
Rosa também era imigrante italiana. Filha de Pedro Zanella e Lucia Rodogeri, nasceu em Vicenza, Itália, no dia 10 de Outubro de 1879. Portanto, Rosa era 9 anos mais nova do que Alexandre. Em 1879, quando ela Nasceu na Itália, Alexandre já estava no Brasil, havia um ano.
Anos mais tarde se conheceram aqui no Brasil, namoraram e constituíram família. Tiveram 03 Filhos: Primo Bertolin, Domingos Segundo Bertolin e João Pedro Bertolin.
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| Casal Alexandre Bertolin e Rosa Zanella com os filhos Primo, Domingos Segundo e João Pedro Bertolin |
- Primo Bertolin - Nasceu em 1897 e faleceu solteiro em 1918.
- Domingos Segundo Bertolin - nasceu em 1898 e faleceu em 1983 - Foi casado com Gerilda Monteiro.
- João Pedro Bertolin - nasceu em 1900 e faleceu em 1927, também não deixou descendentes.
portanto toda a linhagem da família de Alexandre Bertolin e Rosa Zanella, descende do segundo filho: DOMINGOS SEGUNDO BERTOLIN que se casou com GERILDA MONTEIRO.
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| Casal Domingos Segundo Bertolin e Gerilda Monteiro com os 11 filhos |
Abaixo segue a relação dos filhos de Domingos Segundo Bertolin e Gerilda Monteiro, portanto os netos de Alexandre Bertolin e Rosa Zanella:
1 - ALTAIR BERTOLIN - Nasceu e, Lagoa Vermelha, em 02 de Fevereiro de 1928.
Casou com Loreci Rezende.
2 - DÉCIO BERTOLIN - Nasceu em 07 de abril de 1929, em Passo Fundo-RS.
Casou com Renê Bernadete Godoy.
3 - HARLAY BERTOLIN - Nasceu em 22 de Julho de 1931, em Passo Fundo-RS.
Casou com Iris Jaeger.
4 - IOLANDA BERTOLIN SCORTEGAGNA - Nasceu em 07 de Novembro de 1932, em Passo Fundo- RS. Casou com Alberto SCORTEGAGNA.
5 - EVANGELINO ALEXANDRE BERTOLIN - Nasceu em 14 de Abril de 1934, em Passo Fundo-RS.
Casou Judite Ouro.
Foto: Evangelino Alexandre Bertolin
6 - ZÉLIA BERTOLIN - Nasceu em 22 de Março de 1935, em Passo Fundo-RS.
7 - JOSÉ PEDRO BERTOLIN - Nasceu em 05 de fevereiro de 1938, em Passo Fundo-RS.
Casou com Edite Capra.
8 - LUDOLFO BERTOLIN - Nasceu em 29 de Março de 1940, em Passo Fundo-RS.
Casou com Wilde Noro.
9 - MARIA LÚCIA BERTOLIN DALL'OGLIO - Nasceu em Passo Fundo-RS.
Casou com Martinho Dall'Oglio.
10 - MARIA LÉLIA BERTOLIN SAGGIORATO - Nasceu em 06 de Março de 1943, em Passo Fundo-RS
Casou com Selestiano Saggiorato.
11 - ALTAMIR BERTOLIN , Nasceu em 30 de Agosto de 1947, em Passo Fundo.
Casou com Mirian Rech.
Todas estas informações me foram, gentilmente, passadas pelo tio HARLAY BERTOLIN, em 2003, quando lhe encontrei em Passo Fundo-RS. Presente a este encontro, estava seu sobrinho José Raul Bertolin. As fotos de Alexandre Bertolin e Rosa Zanela, e a foto da Família de Domingos Segundo Bertolin, são colaborações de Rosana Bertolin e Telma Bertolin, filhas de Evangelino Bertolin, que me enviaram agora em 2018, após o primeiro encontro da Família Bertolin, onde tivemos a alegria de nos conhecer em Bento Gonçalves-RS.
versione italiana:
ALEXANDRE
BERTOLIN, il figlio minore della coppia Lorenzo Bertolin e Maria Magdalena Moresco. i patriarchi della nostra famiglia, immigrati in
Italia nel 1878.
Alexandre era il fratello minore del mio trisavolo Guiseppe Orazio Bertolin.
Quando la famiglia è arrivato in Brasile nel mese di gennaio 1878, ALEXANDRE BERTOLIN aveva solo sette anni.
Possiamo
immaginare i pensieri del piccolo Alexandre nel corso di questo
viaggio verso l'ignoto.
Che
un bambino sotto i 7 anni potevano aspettarsi da questa avventura in
America?
Dal
giorno hanno lasciato il porto di Genova, Italia, 26 giorni sono
stati a bordo di una nave in rovina. In Brasile, un buon periodo di
quarantena a casa del immigrati in Rio de Janeiro. C'era ancora un
lungo viaggio per raggiungere la destinazione finale, il Colonia Dona
Isabel - oggi la città di Bento Goncalves-RS.
Era
lì in autunno del 1878, Alexandre ha cominciato a scrivere un nuovo
percorso di speranza. Tutte le condizioni - da abitazioni
all'istruzione - erano precarie. E 'in questo scenario che il ragazzo
Alexandre Bertolin è cresciuta e sviluppata per costruire un futuro
migliore per la loro prole.
Anni
dopo, Alexandre "Ha incontrato il Suo amore, una ragazza
italiana": Rosa Zanella.
Rosa
è nato a Vicenza, Italia nel 1879. E 'stato nove anni più giovane
di Alexandre. Quando Rosa è nato in Italia, Alessandro era già in
Brasile per un anno.
Qui
in Brasile, si sono incontrati, datato e reso familiare.
sábado, 11 de março de 2017
VAMOS COMEMORAR 14O ANOS DA IMIGRAÇÃO DA FAMÍLIA BERTOLIN
Em Breve Vamos comemorar 140 anos da Chegada da família Bertolin ao Brasil.
Foi no dia 31 de dezembro de 1877, que o Patriarca LORENZO BERTOLIN e sua esposa MARIA MAGDALENA MORESCO, juntamente com os Filhos MARIA - STELA - LUIGIA -ORAZIO - VICTORIA E ALEXANDRE BERTOLIN, embarcaram no navio Isabela no porto de Gênova, Itália, e partiram com destino à nova pátria: BRASIL.
Chegaram no Rio de Janeiro no dia 26 de Janeiro de 1878. Após um período de quarentena, seguiram para a colonia Dona Isabel, no Rio Grande do Sul, hoje município de Bento Gonçalves.
Ali, juntamente com milhares de Italianos, recomeçaram a vida, com a esperança de construir tempos melhores para sua família e descendentes.
Foi um tempo duro. De sofrimento. De afastamento dos seus familiares que ficaram na Itália. Foi um tempo de desbravar para construir um futuro promissor, o que não era possível enxergar na Itália daquela época, que vivia dias da mais completa falta de perspectiva econômica.
Logo na chegada na Colonia, habitaram em tendas de lençóis. Depois, com algumas poucas ferramentas, começaram a abrir clareira na floresta para construir uma casa e iniciar as plantações. Se a terra era boa e promissora, faltava todo tipo de estrutura. Estradas , por exemplo. Do rio Jacui até alcançar a serra gaúcha - cerca de 78 kilometros, só era possível por meio de picadas. Ia-se a pé ou em lombo de mulas. Muitas vezes, demorava 12 dias para percorrer esta distancia. Só anos mais tarde foi aberta a primeira estrada, o que veio permitir o trafego de carroças para escoar a produção até o vale do rio dos sinos ou até Porto Alegre.
No incio do século XX, houve uma grande crise na região, causada por uma forte seca e ataque de gafanhotos. Muitos italianos ficaram na miséria, sem recursos e sem crédito.
140 anos depois, é possível perceber a trajetória épica e dar graças a Deus, por esses imigrantes destemidos, que enfrentaram todas as dificuldades para vencer aqui no Brasil. Eles foram fortes, viveram na esperança de um tempo melhor e por isso hoje estamos nós aqui.
É tempo de celebrar. Celebrar 140 anos !
sábado, 27 de fevereiro de 2016
E HAVIA UMA PROFESSORINHA...
Atualizando este post feito originalmente em 2011:
Albertina Bertolin (minha Bisavó) Nasceu em 1897. Na década de 1920, foi Professora, daquelas que ensinava em casa, no município de Protásio Alves-RS. Era raro haver escolas no interior naquela época. A Bisa Albertina também foi a primeira professora na escola de Santa Cecília, pequena localidade no município de Água Santa - RS.
Vó Albertina casou com 14 anos de Idade.
O enlace foi no dia 15 de Julho de 1911, O Noivo era o Jovem Laudelino Pacheco (Vô Lau) que na época era Alfaiate em Lagoa Vermelha - RS.
O Casal teve 11(onze) filhos:
Paulo Pacheco ,José Pacheco , João Pacheco, Zilba Pacheco (minha avó), Vilson Pacheco, Oracio Pacheco, Moacir Pacheco, Antonio Pacheco, Vilson Pacheco, Nelson Pacheco, Valentim Pacheco
Vô "Lau" como era chamado foi delegado de policia e depois, dono de cartório em Protrásio Alves - RS, isso por volta de 1922.
No ano de 1923 ou 1924, retornou à Lagoa Vermelha - RS e passou a atuar com Farmacêutico. Para isso, Fez um Curso em Porto Alegre - RS. Mais tarde, Vó Albertina e vô Lau mudaram-se para a Comunidade de Santa Cecília e em seguida para Rio Ligeiro no município de Lagoa Vermelha - RS.
Anos mais tarde residiram na cidade de Ibiaçá - RS. Na década de 1950, mudaram-se para Mariópolis - PR.
Albertina Bertolin Pacheco faleceu no dia 23 de Junho de 1990, na cidade de Cruzeiro do Iguaçú - PR.
Na foto, O Casal Laudelino Pacheco & Albertina Bertolin com os netos:
Da esquerda para Direita: João Carlos Pacheco - Eva Pacheco - Antonio Carlos Pacheco - Maristela Pacheco Piovessan (Bebê no colo) - Eda Pacheco ,- Elsa Pacheco e por último Sergio Pacheco .
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
AOS BERTOLIN DE ARGENTINA Y ESPAÑA
Amigos de Argentina y España, este blog se ha desarrollado con el fin de registrar la historia de Familia Bertolin.
Muchos italianos emigraron a América del Sur a finales del siglo XIX. Algunos llegaron a Brasil. Otros para la Argentina. El hecho es que muchos lazos familiares se deshacen. Hoy en día, con la facilidad de la Internet, podemos redescubrir historias de vida y entender mejor a nuestros hitoria de la familia. Es con este pensamiento que me dedico a hacer este blog.
Les pido su comprensión para el fracaso con el idioma español, como usted sabe, aquí en Brasil se habla portugués. Perdón por los errores. El esfuerzo es facilitar su comprensión de lo que tratamos aquí. Sinembargo, siempre que posible, les traigo los mensajes en español o italiano.
Yo quiero que se sienta motivado a participar mediante la presentación de observaciones e información sobre la historia de su familia.
para eso, es importante para obtener el registro de los nombres y las fechas. Una forma de obtener esta información es buscar los registros en las iglesias. Es allí donde encontramos los registros de matrimonios y nacimientos. Documentos Esenciales para iniciar una búsqueda en la genealogía.
Consideren partícipe de este Blog. Somos la gran Familia Bertolin.
sábado, 2 de janeiro de 2016
OS FILHOS DE ANDRE BERTOLIN E GENOVEVA GIACOMIN
André Bertolin foi o filho mais velho do casal Orazio Giuseppe Bertolin e Sebastiana Alves Monteiro da Silva. Portanto, André é a primeira geração da família, nascido no Brasil. Nasceu no dia 14 de Maio de 1893, no município de Lagoa Vermelha-RS.
André Bertolin se casou com Genoveva Giacomin, esta noninha que está no centro da foto abaixo. O casamento foi realizado pelo Padre Antonio Seganfredo, no dia primeiro de Janeiro de 1910, conforme registro no livro 01, página 68, da Paróquia de São João Batista, em Nova Prata-RS.
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| Vó GENOVEVA BERTOLIN (centro) participando do casamento do neto Algeu Bertolin, na década de 1960 - já em Santa Catarina. |
Como já disse em outro post, economizaram no churrasco, fazendo a festança do enlace no dia primeiro do ano. Italiani Pó !
Economizaram no churrasco, mas não economizaram na Filharada.
ANDRÉ e GENOVEVA tiveram 08 (oito) filhos:
- Vitória Bertolin - casada com Elpidio Geten
- Ernesto Bertolin - casado com Ermelinda
- Gentil Bertolin - casado com Geni
- Vitório (Tio Neno) - casado com Olinda
- Guerino Rineo - Casado com sua prima Zilba Pacheco Bertolin (Meus avós)
- Otilia Bertolin - Casada com Raimundo Momo
- Erminia Bertolin - casada com Mário Vargas
- Antonio Bertolin - Casado com Maria Felini
ANDRÉ BERTOLIN faleceu cedo, no dia 27 de Fevereiro de 1953, com 62 anos.
GENOVEVA, foi a segunda filha do casal de imigrantes Italianos VALENTIN GIACOMIN e MARIA PICOLI, portanto, também primeira geração da família GIACOMIN nascida no Brasil.
Fica aqui o registro para os descentes de André e Genoveva Bertolin, para acrescentarem fotos ou informações da família.
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| Certidão de Nascimento de ANDRE BERTOLIN |
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| Certidão de Nascimento de GENOVEVA GIACOMIN |
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| Certidão de CASAMENTO DE ANDRÉ BERTOLIN e GENOVEVA GIACOMIN |
domingo, 27 de dezembro de 2015
O ITALIANO E A SEBASTIANA.
Desde o Inicio da Imigração italiana no sul do Brasil, os jovens protagonizaram algumas histórias de amor inusitadas. Grande parte dos casamentos acabava sendo entre filhos de imigrantes mesmo.
Os relacionamentos se davam no ambiente da colonia. A dificuldade de locomoção era uma das razões. Assim, as novas famílias eram formadas - em sua maioria - entre imigrantes mesmo.
Mas, vez por outra, um ragazzo se apaixonava por uma moça nativa.
Nascido na Itália, na cidade de Maróstica - Vicenza, imigrou para o Brasil, junto com seus pais, em 1878.
Orazio chegou aqui com 14 anos de idade.
Em abril de 1878, a família BERTOLIN já estava estabelecida na Colonia DONA ISABEL, hoje município de Bento Gonçalves-RS.
Orazio crescia e trabalhava duro junto com a família. Havia cinco anos que o Orazio estava no Brasil e ele teve um encontro fulminante com uma brasileirinha estonteante: a Sebastiana.
Pronto!
O coração do Italiano tinha uma dona. Sebastiana Alves Monteiro da Silva, este era o nome da moça. Cabelos lisos. Linda e Vaidosa. Assim era definida por quem a conheceu.
Casamento? não há registro.
Mas o fato é que os Orazio e Sebastiana constituíram família e tiveram 06(seis) filhos:
- André BERTOLIN - Nasceu em 14.05.1893 - faleceu em 27.02.1953
Casou em 01.01.1910 com Genoveva Giacomin
- Vitório BERTOLIN (faleceu solteiro).
- Anália BERTOLIN
Casou com JUANITO TOZON
- Magdalena BERTOLIN - Nasceu em 1896 e faleceu em 23.09.1898, aos dois anos de idade).
- Albertina BERTOLIN Nasceu em 28.09.1897 e faleceu em 23.06.1990
Casou com Laudelino Pacheco.
- Redovino BERTOLINI (isso mesmo, registrado como BERTOLINI)
Orazio amava Sebastiana, mas o relacionamento não deu certo.
Houve uma separação e uma tentativa de reconciliação, cerca de um ano depois. Não prosperou. Acabou. Separaram-se definitivamente.
Orazio Giuseppe Bertolin não casou mais. Viveu seus últimos dias na casa de seu neto Guerino Rineu Bertolin. Faleceu em Setembro de 1942, aos 79 anos de idade.
Da sebastiana, pouco se sabe.
sábado, 26 de dezembro de 2015
E OS PRIMOS SE CASARAM.
Esta é a história do casamento dos meus avós paternos. Zilba Pacheco Bertolin & Guerino Rineo Bertolin.
Ela, filha de Laudelino Pacheco e Albertina Bertolin Pacheco.
Ele, Filho de André Bertolin e Genoveva Giacomin Bertolin. Ambos netos de Orazio Guiseppe Bertolin. Portanto, PRIMOS. Albertina e André Bertolin eram irmãos.
Guerino era sete anos mais velho. Primo e Prima viviam de forma muito pacata no interior do Rio Grande do Sul.
Um belo dia Guerino teve um olhar diferente para a prima, que era bem mais jovem. Um Olhar. Um convite para dançar no primeiro baile que os dois se encontraram. A partir daquele momento Guerino não queria saber de outra coisa. Apenas tinha olhares para a prima. Adorava ir na casa do Tio Lau e da Tia Albertina, só para estar perto da prima.
Zilba inicialmente não entendia as pretensões do primo. Mas, sem se dar conta, correspondia as investidas do Guerino. De repente a mocinha Zilba estava inquieta e, apaixonada. O Primo Guerino tinha arrebatado seu coração. Nascia assim um amor para o resto de suas vidas. Guerino e Zilba não tiveram dúvidas. Estavam apaixonados e iriam enfrentar qualquer resistência da família para ficarem juntos. Começava assim o namoro que acabou em casamento no dia 15 de Junho de 1935.
No dia do enlace, Zilba tinha apenas 17 anos de idade.
Se foi exatamente assim eu não sei, mas que os primos casaram, isto é fato verdadeiro.
O registro oficial do casamento foi feito no cartório de Registro Civil da sede Teixeira (hoje município de Tapejara-RS), então pertencente ao município de Passo Fundo-RS,
Ela, filha de Laudelino Pacheco e Albertina Bertolin Pacheco.
Ele, Filho de André Bertolin e Genoveva Giacomin Bertolin. Ambos netos de Orazio Guiseppe Bertolin. Portanto, PRIMOS. Albertina e André Bertolin eram irmãos.
Guerino era sete anos mais velho. Primo e Prima viviam de forma muito pacata no interior do Rio Grande do Sul.
Um belo dia Guerino teve um olhar diferente para a prima, que era bem mais jovem. Um Olhar. Um convite para dançar no primeiro baile que os dois se encontraram. A partir daquele momento Guerino não queria saber de outra coisa. Apenas tinha olhares para a prima. Adorava ir na casa do Tio Lau e da Tia Albertina, só para estar perto da prima.
Zilba inicialmente não entendia as pretensões do primo. Mas, sem se dar conta, correspondia as investidas do Guerino. De repente a mocinha Zilba estava inquieta e, apaixonada. O Primo Guerino tinha arrebatado seu coração. Nascia assim um amor para o resto de suas vidas. Guerino e Zilba não tiveram dúvidas. Estavam apaixonados e iriam enfrentar qualquer resistência da família para ficarem juntos. Começava assim o namoro que acabou em casamento no dia 15 de Junho de 1935.
No dia do enlace, Zilba tinha apenas 17 anos de idade.
Se foi exatamente assim eu não sei, mas que os primos casaram, isto é fato verdadeiro.
O registro oficial do casamento foi feito no cartório de Registro Civil da sede Teixeira (hoje município de Tapejara-RS), então pertencente ao município de Passo Fundo-RS,
O Casal teve cinco filhos. Alceu, Algeu. Alfeu (meu Pai) Algenes e Altaneu.
Vô Guerino faleceu em 1976 na cidade de Galvão, santa Catarina. Vó Zilba, faleceu em agosto de 2005 também na cidade de Galvão-SC.
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
LORENZO BERTOLIN, O PATRIARCA QUE IMIGROU PARA O BRASIL EM 1877.
Lorenzo Bertolin nasceu em Pianezze, Vicenza Itália, no dia 18 de Maio de 1834.
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| Região de Pianezze, Vicenza - Itália, onde nasceu LORENZO BERTOLIN. Foto de 2014. |
Lorenzo era "Possidente", tinha posses, e assinou o termo de matrimônio. Maria Magdalena Moresco "Ha firmato con una croce" ou seja assinou com uma CRUZ, o que indica que não sabia escrever.
O casal teve 06(seis) filhos, todos nascido na Itália e Batizados na Igreja Santa Maria Assunta, na Cidade de Maróstica:
- MARIA - STELLA - ORAZIO GIUSEPPE - LUIGIA - VICTÓRIA e ALEXANDRE
Sem perspectiva na Itália, que atravessava uma grande crise econômica naquela época, LORENZO decidiu fazer o que muitos compatriotas estavam fazendo naquela época: Deixar a Itália e vir para o Brasil, fazendo parte assim, parte de um grande movimento de imigração que ocorria com o objetivo trazer mão de obra para o Sudeste e Sul do Brasil.
No dia 31 de Dezembro de 1877, LORENZO BERTOLIN, sua esposa e os 06 filhos, embarcaram no navio ISABELA e partiram do Porto de Gênova na Itália com Destino ao Rio de Janeiro. Depois seguiriam para a Colonia DONA ISABEL (Hoje Bento Gonçalves) no Rio Grande do Sul. As condições de viagem eram precárias, literalmente amontoados no porão do navio.
Ao som das musicas típicas do norte da Itália, dançavam e cantavam na esperança de dias melhores.
Ao som das musicas típicas do norte da Itália, dançavam e cantavam na esperança de dias melhores.
Três dias mais tarde, em 26 de Janeiro de 1878, o Vapor Isabela chegava finalmente ao porto do Rio de Janeiro, onde a Família BERTOLIN desembarcou.
Após os procedimentos legais, os imigrantes eram "acomodados" na central de Imigração, onde iriam permanecer por cerca de 40 dias. Somente após este período seguiam para seu destino final. A família Bertolin, juntamente com a família Toniolo, Também procedente da cidade de Maróstica,e outras famílias de imigrantes seguiram viagem para o Rio Grande do Sul. Era uma verdadeira SAGA.
Após os procedimentos legais, os imigrantes eram "acomodados" na central de Imigração, onde iriam permanecer por cerca de 40 dias. Somente após este período seguiam para seu destino final. A família Bertolin, juntamente com a família Toniolo, Também procedente da cidade de Maróstica,e outras famílias de imigrantes seguiram viagem para o Rio Grande do Sul. Era uma verdadeira SAGA.
Num navio de menor porte seguiram até Porto Alegre. O passo seguinte era navegar em barcaças pelo Rio Jacui, até alcançar o porto fluvial de São João do Montenegro. A partir deste ponto, seguiam a pé e em lombo de mulas por mais 78 kilometros, percurso que chegava a durar até 12 dias, até, finalmente, chegar a colonia Dona Isabel, hoje município de Bento Gonçalves-RS.
Por ser colono, LORENZO BERTOLIN fixou residência na Colônia Dona Isabel - hoje cidade de Bento Gonçalves-RS. Teve como propriedade o lote 54 - na Estrada Geral - ala Leste - SA 118, com 445.005 m2. Esta região é conhecida hoje como "Caminho de Pedras".
Em Novembro de 1886, faleceu sua esposa Maria Maddalena Moresco.
Por ser colono, LORENZO BERTOLIN fixou residência na Colônia Dona Isabel - hoje cidade de Bento Gonçalves-RS. Teve como propriedade o lote 54 - na Estrada Geral - ala Leste - SA 118, com 445.005 m2. Esta região é conhecida hoje como "Caminho de Pedras".
Em Novembro de 1886, faleceu sua esposa Maria Maddalena Moresco.
Lorenzo Bertolin, faleceu no dia 05 de Maio de 1909, conforme cópia do Registro de óbito N. 35 - livro 07 - fls. 106/107 - no cartório do Registro Civil das Pessoas Naturais, de Bento Gonçalves - RS.
Detalhe importante:
O Documento está registrado como LORENZO BERTOLINI - A INCLUSÃO DA LETRA "I" NO FINAL DO SOBRENOME DEVE-SE AO FATO DE QUE ESTE CARTÓRIO É MANTIDO POR DESCENDENTES DE REDOVINO BERTOLINI.
Redovino BERTOLINI é filho de Orazio Giuseppe BERTOLIN e Sebastiana Alves Monteiro da Silva, portanto neto de LORENZO BERTOLIN. Redovino teve a alteração na grafia do Sobrenome, passando a assinar como BERTOLINI.
Portanto, esta grafia não caracteriza parentesco com a FAMILIA BERTOLINI, cuja origem também é italiana e com descendentes no Brasil.
Os documentos fornecidos pela Igreja Santa Maria Assunta, da cidade de Marostica na Itália confirmam o sobrenome de LORENZO e ORAZIO GIUSEPPE BERTOLIN.
O Documento está registrado como LORENZO BERTOLINI - A INCLUSÃO DA LETRA "I" NO FINAL DO SOBRENOME DEVE-SE AO FATO DE QUE ESTE CARTÓRIO É MANTIDO POR DESCENDENTES DE REDOVINO BERTOLINI.
Redovino BERTOLINI é filho de Orazio Giuseppe BERTOLIN e Sebastiana Alves Monteiro da Silva, portanto neto de LORENZO BERTOLIN. Redovino teve a alteração na grafia do Sobrenome, passando a assinar como BERTOLINI.
Portanto, esta grafia não caracteriza parentesco com a FAMILIA BERTOLINI, cuja origem também é italiana e com descendentes no Brasil.
Os documentos fornecidos pela Igreja Santa Maria Assunta, da cidade de Marostica na Itália confirmam o sobrenome de LORENZO e ORAZIO GIUSEPPE BERTOLIN.
segunda-feira, 20 de julho de 2015
FAMÍLIA BERTOLIN EN ARGENTINA
Ya se sabe que la familia Bertolin también emigró de Italia a Argentina. En la ciudad de Santa Fe, vive un gran número de personas de la familia BERTOLIN.
En Buenos Aires y en muchas otras ciudades Argentinas, tenemos miembros de la familia BERTOLIN.
Nos hemos mantenido en contacto con algunos, otros han tenido acceso a este blog.
Me sale ahora Renato Bertolin de Marostica, Italia, lo que confirma al menos un inmigrante italiano de la familia Bertolin, con destino a Argentina
Emilio Bertolin, nacido en Marostica, Italia, emigró a Argentina el 30 de noviembre de 1930. Viajó a Buenos Aires en el barco PRINCIPESSA GIOVANNA.
Un saludo a todos Bertolin en Argentina.
...... /// .......
Sabemos que a família Bertolin também imigrou da Itália para a Argentina. Na cidade de Santa Fé, há muitos Bertolin.
Temos mantido contato com alguns, outros tem acessado este blog.
Recebo agora do Renato Bertolin de Marostica, Italia, a confirmação de pelo menos mais um imigrante Italiano da família Bertolin, com destino a Argentina:
Emílio Bertolin, nascido em Marostica, Vicenza - Itália, imigrou para Argentina, em 30 de Novembro de 1930. Viajou para Buenos aires a bordo do navio PRINCIPESSA GIOVANNA. A informação é um Registro do CEMLA Centro de estudios Migratorios Latinoamericanos - Buenos Aires (Argentina).
.
segunda-feira, 16 de março de 2015
FAMIGLIA BERTOLIN - UNA FAMIGLIA GLOBALIZZATO?
Famiglia BERTOLIN e Amici,
Questo blog ha superato 10.000 visite. Quando si tratta di internet, non è niente. Ma ciò che attira l'attenzione, non è la quantità di colpi, ma l'origine dei paesi che hanno avuto accesso il blog.
il FAMIGLIA BERTOLIN è globalizzata?
ORIGINE DI ACCESSO A QUESTO BLOG:
Brasile - EUA - Germania - Italia - Spagna - Canada - Argentina - Francia - Russia - Paesi Bassi - Cina - India - Romania - Portogallo - Repubblica Ceca - Messico - Cile - Uruguay - Paraguay - Regno Unito - Polonia - Ucraina - Australia - Afghanistan - Colombia - Svezia - Libano - Svizzera - Venezuela - Turchia.
I miei ringraziamenti a voi chi ha avuto accesso. Ringrazio anche in modo speciale coloro che commentare o contribuire informazioni e materiali.
Un abbraccio a tutti.
Família BERTOLIN e Amigos,
Este blog superou a marca dos 10.000 acessos. Em se tratando de internet, isso é nada. Mas o que chama atenção, não é a quantidade de acessos e sim a origem dos países que tem acessado o blog. Pelo visto, a FAMÍLIA BERTOLIN está globalizada.
A relação a baixo não está por ordem de volume de acessos, mas serve para dar noção da amplitude de um canal simples como este tem:
ORIGEM DOS ACESSOS A ESTE BLOG:
Brasil - Estados Unidos - Alemanha - Itália - Espanha - Canadá - Argentina - França - Russia - Holanda - China - Índia - Romênia - Portugal - Republica Tcheca - México - Chile - Uruguai - Paraguai - Reino Unido - Polônia - Ucrânia - Austrália - Afeganistão - Colômbia - Suécia - Líbano - Suíça - Venezuela - Turkia.
A Você que tem acessado, meu muito obrigado. Também agradeço de maneira especial aqueles que comentam ou contribuem com informações e materiais.
Um grande abraços a todos deste Blogger.
Questo blog ha superato 10.000 visite. Quando si tratta di internet, non è niente. Ma ciò che attira l'attenzione, non è la quantità di colpi, ma l'origine dei paesi che hanno avuto accesso il blog.
il FAMIGLIA BERTOLIN è globalizzata?
ORIGINE DI ACCESSO A QUESTO BLOG:
Brasile - EUA - Germania - Italia - Spagna - Canada - Argentina - Francia - Russia - Paesi Bassi - Cina - India - Romania - Portogallo - Repubblica Ceca - Messico - Cile - Uruguay - Paraguay - Regno Unito - Polonia - Ucraina - Australia - Afghanistan - Colombia - Svezia - Libano - Svizzera - Venezuela - Turchia.
I miei ringraziamenti a voi chi ha avuto accesso. Ringrazio anche in modo speciale coloro che commentare o contribuire informazioni e materiali.
Un abbraccio a tutti.
Família BERTOLIN e Amigos,
Este blog superou a marca dos 10.000 acessos. Em se tratando de internet, isso é nada. Mas o que chama atenção, não é a quantidade de acessos e sim a origem dos países que tem acessado o blog. Pelo visto, a FAMÍLIA BERTOLIN está globalizada.
A relação a baixo não está por ordem de volume de acessos, mas serve para dar noção da amplitude de um canal simples como este tem:
ORIGEM DOS ACESSOS A ESTE BLOG:
Brasil - Estados Unidos - Alemanha - Itália - Espanha - Canadá - Argentina - França - Russia - Holanda - China - Índia - Romênia - Portugal - Republica Tcheca - México - Chile - Uruguai - Paraguai - Reino Unido - Polônia - Ucrânia - Austrália - Afeganistão - Colômbia - Suécia - Líbano - Suíça - Venezuela - Turkia.
A Você que tem acessado, meu muito obrigado. Também agradeço de maneira especial aqueles que comentam ou contribuem com informações e materiais.
Um grande abraços a todos deste Blogger.
domingo, 4 de janeiro de 2015
QUEM FOI ZILBA PACHECO BERTOLIN
Estas crianças foram fotografadas na década de 1920. Não se tem a data exata, mas o local, provavelmente, foi no município de Protásio Alves, estado do Rio Grande do Sul. Foi lá que ZILBA PACHECO nasceu no dia 04 de Julho de 1918. A BIBA, como carinhosamente foi chamada na infância e na adolescência, é esta garotinha simpática, de perna cruzada, em pé ao lado direito na foto abaixo. As crianças no caso são 4 dos 11filhos que casal Laudelino Pacheco (Vö LAU) e Albertina Bertolin tiveram.
Irmãos PACHECO, Década de 1920 - Foto cedida pela Família Pacheco.
Tio Zeca Pacheco(Meu Padrinho) Tio Plinio (Tio Nota) e a Vó ZILBA. Atrás o Tio Paulo Pacheco.
ZILBA PACHECO é filha de de LAUDELINO PACHECO e ALBERTINA BERTOLIN, meus Bisavós paternos. A vó ZILBA é a unica menina numa família de 11 irmão. Ela e mais dez meninos.
Nesta outra foto, que deve ter sido tirada pouco tempo depois, demonstra mais uma vez com a Vó ZILBA - a BIBA (Ela confessou para mim o apelido de infância) gostava de se arrumar bem e era simpática aos fotógrafos.
Em pé: Vó ZILBA PACHECO , na década de 1920. A garotinha sentada na cadeira não foi identificada.
Foto cedida pela minha tia Algenes Pagliosa
O detalhe interessante é que muito cedo a Vó ZILBA PACHECO se apaixonou pelo primo GUERINO RINEO BERTOLIN, ou será que o primo se apaixonou por ela......
Namoraram e no dia 15 de Junho de 1935, se casaram, conforme certidão de casamento abaixo.
Namoraram e no dia 15 de Junho de 1935, se casaram, conforme certidão de casamento abaixo.
Note-se que a Vó ZILBA ainda não havia completado 17 anos de vida quando se casou. O aniversário de 17 anos seria comemorado 19 dias depois do casamento.
Certidão de casamento de Vó Zilba Pacheco com seu primo Guerino Rineo Bertolin, extraido do número 165, Livro de casamentos 1-B, folhas 178/179 do Cartório Registro Civil da Cidade de Tapejara, Rio Grande do Sul.
Vó Zilba e Vó Guerino, iniciaram sua caminhada de casal no Rio Grande do Sul, conforme pode-se ler no Recorte de Jornal de Passo Fundo, retratando a comunidade de nova FIUME. (FIUME em Italiano significa RIO).
Na foto do Jornal o Jovem Casal empreendedor de uma selaria na PROGRESSISTA localidade de Nova Fiume ZILBA PACHECO e GUERINO RINEO BERTOLIN. As crianças ainda não foram identificadas.
Vó ZILBA e VÖ GUERINO tiveram 05 filhos:
- ALCEU BERTOLIN
- ALGEU BERTOLIN
- ALFEU BERTOLIN, (Meu Pai) nascido em 02.12.1939, no município de Água Santa, Rio Grande do Sul.
- ALGENES BERTOLIN PAGLIOSA
- ALTANEU BERTOLIN
NO ano de 1954, a família mudou-se para Santa Catarina vindo a residir nesta casa (foto abaixo) na localidade de Presidente Vargas ou Irakitan no município de Tangará - SC.
Nesta casa que foi residencia da Família Bertolin, no interior do município de Tangará, também funcionava a loja de secos & molhados, uma empresa em sociedade do meu avô Guerino Rineo Bertolin com a família DENARDI.
Na foto abaixo, anos mais tarde, o Casal GUERINO RINEO BERTOLIN & ZILBA PACHECO, tem entre eles, sentada, a mãe do meu avô, a bisa GENOVEVA GIACOMIM.
Atrás estão os filhos e as duas primeiras Noras, no dia do casamento do meu Tio ALGEU BERTOLIN com a Tia VANDA ROCHA.
Em pé: Meu Pai ALFEU BERTOLIN, Gladis Esposa do Tio Alceu, ALCEU Bertolin, a Noiva VANDA ROCHA BERTOLIN, o Noivo ALGEU BERTOLIN, Tia ALGENES BERTOLIN PAGLIOSA e o filho caçula tio ALTANEU BERTOLIN.
A Vó ZILBA foi um grande exemplo de mãe, Sogra, avó e Bisavó. Minha mãe quando casou com meu pai, foi residir por algum tempo na mesma casa com a Vó ZILBA. Até os últimos dias de sua vida, a D. Deolide Brunetta (minha mãe) não se cansava de lembrar e elogiar a VÓ ZILBA. Aliás, foi a partir das longas conversas que tive com a minha mãe no hospital, nos seus últimos meses de vida, que despertei o interesse em conhecer mais a história da família BERTOLIN. Depois veio o desejo de escrever e finalmente nasceu este blog.
Pelas circunstancias da vida, tive uma convivência menor do que eu gostaria com a minha querida vó ZILBA.
Pela graça do bondoso DEUS, fui abençoado com a visita dela em nossa casa no ano de 2002. Foram cerca de 10 dias de uma convivência maravilhosa. De aprendizado e de descobertas sobre detalhes importantes da família Bertolin. Louvo a Deus por aqueles dias.
Depois, tivemos ainda outros encontros de boas lembranças. Também estivemos juntos no seu último dia de vida, em Agosto de 2005, quando ela faleceu, na cidade de Galvão, Santa Catarina, aos 87 anos de idade.
Na despedida, fui convidado a proferir algumas palavras. Tive a alegria de falar que a Vó Zilba viveu de acordo com a palavra Bíblica que diz que, como filhos de Deus, devemos ser SAL e LUZ para este mundo. A vó ZILBA de fato praticou esta palavra no convívio da sua família. Não tenho certeza se ela conhecia este texto da Bíblia, mas que praticou, praticou.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
UNA CASA SULLA VIA FOSSE, MAROSTICA.
In questa casa sulla Via Fosse, con via Anconetta, in cittá di Marostica, Itália, ha una parte della storia di Famiglia Bertolin.
Con l'aiuto del mio amico Renato Bertolin, che vive a Marostica, raccontiamo la storia di questa casa. Aspetta.
Nesta Casa, na Rua Fosse, esquina com a Rua Anconetta, na cidade de Marostica, Vicenza, Italia, tem uma parte da história da Família Bertolin.
Com ajuda do meu amigo Renato Bertolin, que mora em Marostica, vamos contar a história desta casa. Aguardem.
In this house, at Fosse street, corner with Anconetta street, Marostica city, Vicenza, Italy, there is a part of Bertolin family's history.
Helped by my friend Renato Bertolin, who lives in Marostica, we will tell you the history of this house. Wait
Con l'aiuto del mio amico Renato Bertolin, che vive a Marostica, raccontiamo la storia di questa casa. Aspetta.
Nesta Casa, na Rua Fosse, esquina com a Rua Anconetta, na cidade de Marostica, Vicenza, Italia, tem uma parte da história da Família Bertolin.
Com ajuda do meu amigo Renato Bertolin, que mora em Marostica, vamos contar a história desta casa. Aguardem.
In this house, at Fosse street, corner with Anconetta street, Marostica city, Vicenza, Italy, there is a part of Bertolin family's history.
Helped by my friend Renato Bertolin, who lives in Marostica, we will tell you the history of this house. Wait
sábado, 13 de dezembro de 2014
ANDRÉ BERTOLIN CASOU COM GENOVEVA GIACOMIN EM 1910
ANDRÉ BERTOLIN foi meu bisavô. Filho mais velho de Orazio Guiseppe Bertolin (nascido na Italia) e da brasileira Sebastiana Alves Monteiro.
André Bertolin nasceu em Lagoa Vermelha-RS, no dia 14 de maio de 1890. Muito cedo conheceu uma italianinha brasileira, GENOVEVA GIACOMIN, filia do casal italiano Valentin Carlo Giacomin e Maria Picoli. Genoveva nasceu no Brasil, em Alfredo Chaves-RS, no dia 29 de Junho de 1892.
André e Genoveva se apaixonaram e logo se casaram.
O enlace aconteceu no dia 01.01.1910 (Primo giorno dell'anno certamente per risparmiare sulla griglia, certamente para economizar no churrasco), conforme registro de casamentos da Paróquia São João Batista e N.S. Aparecida de Nova Prata - RS. Livro de casamentos 01 , folha 68.
André Bertolin, faleceu no município de Água Santa-RS, no dia 27 de Fevereiro de 1953, aos 62 anos de idade.
A Bisa GENOVEVA é esta que aparece sentada ao centro na foto abaixo.
Esta foto foi tirada no dia do casamento do meu tio, Algeu Bertolin.
Em Pé: Esq p/ Dir: Alfeu(Meu pai) Alceu Bertolin, Vanda Rocha Bertolin(Noiva) Algeu(Noivo) Algenes Bertolin Pagliosa e Altaneu Bertolin.
Sentados, meus avós Zilba e Guerino Rineo Bertolin, com a Bisa Genoveva ao centro.
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