Famiglia BERTOLIN e Amici,
Questo blog ha superato 10.000 visite. Quando si tratta di internet, non è niente. Ma ciò che attira l'attenzione, non è la quantità di colpi, ma l'origine dei paesi che hanno avuto accesso il blog.
il FAMIGLIA BERTOLIN è globalizzata?
ORIGINE DI ACCESSO A QUESTO BLOG:
Brasile - EUA - Germania - Italia - Spagna - Canada - Argentina - Francia - Russia - Paesi Bassi - Cina - India - Romania - Portogallo - Repubblica Ceca - Messico - Cile - Uruguay - Paraguay - Regno Unito - Polonia - Ucraina - Australia - Afghanistan - Colombia - Svezia - Libano - Svizzera - Venezuela - Turchia.
I miei ringraziamenti a voi chi ha avuto accesso. Ringrazio anche in modo speciale coloro che commentare o contribuire informazioni e materiali.
Un abbraccio a tutti.
Família BERTOLIN e Amigos,
Este blog superou a marca dos 10.000 acessos. Em se tratando de internet, isso é nada. Mas o que chama atenção, não é a quantidade de acessos e sim a origem dos países que tem acessado o blog. Pelo visto, a FAMÍLIA BERTOLIN está globalizada.
A relação a baixo não está por ordem de volume de acessos, mas serve para dar noção da amplitude de um canal simples como este tem:
ORIGEM DOS ACESSOS A ESTE BLOG:
Brasil - Estados Unidos - Alemanha - Itália - Espanha - Canadá - Argentina - França - Russia - Holanda - China - Índia - Romênia - Portugal - Republica Tcheca - México - Chile - Uruguai - Paraguai - Reino Unido - Polônia - Ucrânia - Austrália - Afeganistão - Colômbia - Suécia - Líbano - Suíça - Venezuela - Turkia.
A Você que tem acessado, meu muito obrigado. Também agradeço de maneira especial aqueles que comentam ou contribuem com informações e materiais.
Um grande abraços a todos deste Blogger.
Informazioni di famiglia BERTOLIN in BRASILE. Origine Cittá di Marostica, provincia di Vicenza - Italia. Arrivati in Brasile nel 1878.
segunda-feira, 16 de março de 2015
domingo, 4 de janeiro de 2015
QUEM FOI ZILBA PACHECO BERTOLIN
Estas crianças foram fotografadas na década de 1920. Não se tem a data exata, mas o local, provavelmente, foi no município de Protásio Alves, estado do Rio Grande do Sul. Foi lá que ZILBA PACHECO nasceu no dia 04 de Julho de 1918. A BIBA, como carinhosamente foi chamada na infância e na adolescência, é esta garotinha simpática, de perna cruzada, em pé ao lado direito na foto abaixo. As crianças no caso são 4 dos 11filhos que casal Laudelino Pacheco (Vö LAU) e Albertina Bertolin tiveram.
Irmãos PACHECO, Década de 1920 - Foto cedida pela Família Pacheco.
Tio Zeca Pacheco(Meu Padrinho) Tio Plinio (Tio Nota) e a Vó ZILBA. Atrás o Tio Paulo Pacheco.
ZILBA PACHECO é filha de de LAUDELINO PACHECO e ALBERTINA BERTOLIN, meus Bisavós paternos. A vó ZILBA é a unica menina numa família de 11 irmão. Ela e mais dez meninos.
Nesta outra foto, que deve ter sido tirada pouco tempo depois, demonstra mais uma vez com a Vó ZILBA - a BIBA (Ela confessou para mim o apelido de infância) gostava de se arrumar bem e era simpática aos fotógrafos.
Em pé: Vó ZILBA PACHECO , na década de 1920. A garotinha sentada na cadeira não foi identificada.
Foto cedida pela minha tia Algenes Pagliosa
O detalhe interessante é que muito cedo a Vó ZILBA PACHECO se apaixonou pelo primo GUERINO RINEO BERTOLIN, ou será que o primo se apaixonou por ela......
Namoraram e no dia 15 de Junho de 1935, se casaram, conforme certidão de casamento abaixo.
Namoraram e no dia 15 de Junho de 1935, se casaram, conforme certidão de casamento abaixo.
Note-se que a Vó ZILBA ainda não havia completado 17 anos de vida quando se casou. O aniversário de 17 anos seria comemorado 19 dias depois do casamento.
Certidão de casamento de Vó Zilba Pacheco com seu primo Guerino Rineo Bertolin, extraido do número 165, Livro de casamentos 1-B, folhas 178/179 do Cartório Registro Civil da Cidade de Tapejara, Rio Grande do Sul.
Vó Zilba e Vó Guerino, iniciaram sua caminhada de casal no Rio Grande do Sul, conforme pode-se ler no Recorte de Jornal de Passo Fundo, retratando a comunidade de nova FIUME. (FIUME em Italiano significa RIO).
Na foto do Jornal o Jovem Casal empreendedor de uma selaria na PROGRESSISTA localidade de Nova Fiume ZILBA PACHECO e GUERINO RINEO BERTOLIN. As crianças ainda não foram identificadas.
Vó ZILBA e VÖ GUERINO tiveram 05 filhos:
- ALCEU BERTOLIN
- ALGEU BERTOLIN
- ALFEU BERTOLIN, (Meu Pai) nascido em 02.12.1939, no município de Água Santa, Rio Grande do Sul.
- ALGENES BERTOLIN PAGLIOSA
- ALTANEU BERTOLIN
NO ano de 1954, a família mudou-se para Santa Catarina vindo a residir nesta casa (foto abaixo) na localidade de Presidente Vargas ou Irakitan no município de Tangará - SC.
Nesta casa que foi residencia da Família Bertolin, no interior do município de Tangará, também funcionava a loja de secos & molhados, uma empresa em sociedade do meu avô Guerino Rineo Bertolin com a família DENARDI.
Na foto abaixo, anos mais tarde, o Casal GUERINO RINEO BERTOLIN & ZILBA PACHECO, tem entre eles, sentada, a mãe do meu avô, a bisa GENOVEVA GIACOMIM.
Atrás estão os filhos e as duas primeiras Noras, no dia do casamento do meu Tio ALGEU BERTOLIN com a Tia VANDA ROCHA.
Em pé: Meu Pai ALFEU BERTOLIN, Gladis Esposa do Tio Alceu, ALCEU Bertolin, a Noiva VANDA ROCHA BERTOLIN, o Noivo ALGEU BERTOLIN, Tia ALGENES BERTOLIN PAGLIOSA e o filho caçula tio ALTANEU BERTOLIN.
A Vó ZILBA foi um grande exemplo de mãe, Sogra, avó e Bisavó. Minha mãe quando casou com meu pai, foi residir por algum tempo na mesma casa com a Vó ZILBA. Até os últimos dias de sua vida, a D. Deolide Brunetta (minha mãe) não se cansava de lembrar e elogiar a VÓ ZILBA. Aliás, foi a partir das longas conversas que tive com a minha mãe no hospital, nos seus últimos meses de vida, que despertei o interesse em conhecer mais a história da família BERTOLIN. Depois veio o desejo de escrever e finalmente nasceu este blog.
Pelas circunstancias da vida, tive uma convivência menor do que eu gostaria com a minha querida vó ZILBA.
Pela graça do bondoso DEUS, fui abençoado com a visita dela em nossa casa no ano de 2002. Foram cerca de 10 dias de uma convivência maravilhosa. De aprendizado e de descobertas sobre detalhes importantes da família Bertolin. Louvo a Deus por aqueles dias.
Depois, tivemos ainda outros encontros de boas lembranças. Também estivemos juntos no seu último dia de vida, em Agosto de 2005, quando ela faleceu, na cidade de Galvão, Santa Catarina, aos 87 anos de idade.
Na despedida, fui convidado a proferir algumas palavras. Tive a alegria de falar que a Vó Zilba viveu de acordo com a palavra Bíblica que diz que, como filhos de Deus, devemos ser SAL e LUZ para este mundo. A vó ZILBA de fato praticou esta palavra no convívio da sua família. Não tenho certeza se ela conhecia este texto da Bíblia, mas que praticou, praticou.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
UNA CASA SULLA VIA FOSSE, MAROSTICA.
In questa casa sulla Via Fosse, con via Anconetta, in cittá di Marostica, Itália, ha una parte della storia di Famiglia Bertolin.
Con l'aiuto del mio amico Renato Bertolin, che vive a Marostica, raccontiamo la storia di questa casa. Aspetta.
Nesta Casa, na Rua Fosse, esquina com a Rua Anconetta, na cidade de Marostica, Vicenza, Italia, tem uma parte da história da Família Bertolin.
Com ajuda do meu amigo Renato Bertolin, que mora em Marostica, vamos contar a história desta casa. Aguardem.
In this house, at Fosse street, corner with Anconetta street, Marostica city, Vicenza, Italy, there is a part of Bertolin family's history.
Helped by my friend Renato Bertolin, who lives in Marostica, we will tell you the history of this house. Wait
Con l'aiuto del mio amico Renato Bertolin, che vive a Marostica, raccontiamo la storia di questa casa. Aspetta.
Nesta Casa, na Rua Fosse, esquina com a Rua Anconetta, na cidade de Marostica, Vicenza, Italia, tem uma parte da história da Família Bertolin.
Com ajuda do meu amigo Renato Bertolin, que mora em Marostica, vamos contar a história desta casa. Aguardem.
In this house, at Fosse street, corner with Anconetta street, Marostica city, Vicenza, Italy, there is a part of Bertolin family's history.
Helped by my friend Renato Bertolin, who lives in Marostica, we will tell you the history of this house. Wait
sábado, 13 de dezembro de 2014
ANDRÉ BERTOLIN CASOU COM GENOVEVA GIACOMIN EM 1910
ANDRÉ BERTOLIN foi meu bisavô. Filho mais velho de Orazio Guiseppe Bertolin (nascido na Italia) e da brasileira Sebastiana Alves Monteiro.
André Bertolin nasceu em Lagoa Vermelha-RS, no dia 14 de maio de 1890. Muito cedo conheceu uma italianinha brasileira, GENOVEVA GIACOMIN, filia do casal italiano Valentin Carlo Giacomin e Maria Picoli. Genoveva nasceu no Brasil, em Alfredo Chaves-RS, no dia 29 de Junho de 1892.
André e Genoveva se apaixonaram e logo se casaram.
O enlace aconteceu no dia 01.01.1910 (Primo giorno dell'anno certamente per risparmiare sulla griglia, certamente para economizar no churrasco), conforme registro de casamentos da Paróquia São João Batista e N.S. Aparecida de Nova Prata - RS. Livro de casamentos 01 , folha 68.
André Bertolin, faleceu no município de Água Santa-RS, no dia 27 de Fevereiro de 1953, aos 62 anos de idade.
A Bisa GENOVEVA é esta que aparece sentada ao centro na foto abaixo.
Esta foto foi tirada no dia do casamento do meu tio, Algeu Bertolin.
Em Pé: Esq p/ Dir: Alfeu(Meu pai) Alceu Bertolin, Vanda Rocha Bertolin(Noiva) Algeu(Noivo) Algenes Bertolin Pagliosa e Altaneu Bertolin.
Sentados, meus avós Zilba e Guerino Rineo Bertolin, com a Bisa Genoveva ao centro.
domingo, 9 de novembro de 2014
Вы и Bertolin и жить в России?
AРоссия является одним из самых oriegns получивших доступ этот блог. Это шестой в стране. Если вы семья живет в России Bertolin и оставьте свой комментарий здесь.
La Russia è uno dei più oriegns hanno avuto accesso questo blog. E 'il sesto nel paese. Tu e della famiglia BERTOLIN in Russia, lasciare qui il vostro commento.
The Russia is one of the most oriegns have accessed this blog. It is the sixth in the country. If you are family Bertolin and lives in Russia, leave your comment here.
domingo, 19 de outubro de 2014
QUATRO GERAÇÕES
O Casal de avós Albertina e Laudelino Pacheco com os Netos
Da Esq p/Dir: Silvana Pagliosa (minha prima) Tia Algenes, Vó Zilba e Bisa Allbertina
Albertina Bertolin Pacheco (minha Bisavó) é filha de Orázio Guiseppe Bertolin e Sebastiana Alves Monteiro. Nasceu em 1897 em Lagoa Vermelha – RS. Na década de 1920, foi Professora, lecionando em casa, no município de Protásio Alves-RS. Mais tarde foi a primeira professora na escola de Santa Cecília(pequena localidade no município de Água Santa - RS). Aos 14 anos de idade, Albertina casou, no dia 15 de Julho de 1911, com o polivalente alfaiate, depois delegado e finalmente Farmacêutico LAUDELINO PACHECO , o nosso querido Vô Lau.
Em 1911, VÔ LAU , era Alfaiate na cidade de Lagoa Vermelha-RS.Depois foi delegado de policia em Protrásio Alves-RS. Em 1922, foi dono do cartório nesta mesma cidade gaúcha.
Em 1924, retornou à Lagoa Vermelha-RS e passou a atuar como Farmacêutico. Com o objetivo de obter conhecimentos na área da saúde, o Vô Lau fez um Curso em Porto Alegre - RS.
Mais tarde, Vô Lau e Vó Albertina mudaram-se para a Comunidade de Santa Cecília. A família Pacheco residiu ainda na localidade de Rio Ligeiro, próximo à Lagoa Vermelha – RS e depois na cidade de Ibiaçá - RS.
Na década de 1950, Vô Lau e Vó Albertina foram residir em Mariópolis - PR.
Albertina, é minha Bisavó. Sua Filha ZILBA PACHECO casou-se com seu primo-irmão GUERINO RINEO BERTOLIN , que são meus avós paternos.
Albertina Bertolin Pacheco faleceu no dia 23 de Junho de 1990, na cidade de Cruzeiro do Iguaçú - PR.
sábado, 18 de outubro de 2014
FAMIGLIA BERTOLIN DEJA ITALIA Y VENIR A AMERICA
Puerto de Génova, Italia. Día 31 de diciembre 1877. La Famiglia BERTOLIN, junto con cientos de otras familias italianas, sube a la nave Isabela, con destino a América.
La meta es llegar a Brasil. Una nacion desconocida, pero con la esperanza de encontrar un país con muchos recursos y excelentes oportunidades para vivir.
Los italianos inmigrantes izquierda la Italia, assolada per la crise economica y también parte de su sangre. Abuelos, tíos, primos - muchos optaron por permanecer en Europa. Era una nueva historia que comenzó a escribirse. Muy lejos de su país de origen. Muy lejos de los familiares que se quedaron en Italia.
Traído en el equipaje el sueño de prosperidad y mejores días para sus hijos .El viaje fue largo e incómodo. Casi 30 días hacinados a bordo de una nave en condiciones limitadas. Muchos inmigrantes han muerto de fiebre. Era una trayectoria com muchas dificuldad.
La nave Isabela atracó en puerto de Vitoria, en el provincia de Espirito Santo, el 23 de enero 1878. Poco después , el 26 de enero de 1878, la Nave atracó en el puerto de Río de Janeiro , donde la famiglia BERTOLIN desembarcó. Pisó em suelo brasileño por la primera vez. Sin embargo hubo todavía un largo camino por recorrer hasta que alcanza el destino final en la provincia del Rio Grande Del Sud. Primero los inmigrantes había que ser puesto en cuarentena en la casa de inmigracion, en Rio de Janeiro. Después han seguido de navio a Porto Alegre-RS.
Lorenzo Bertolin y su esposa María Magdalena Moresco , con los niños Maria, con 18 años, Stella, con 16 años, Orazio Guiseppe, con 14 años, Luigia con 12 años, Victoria, con 09 años y Alexandre con 07 años, Esta es la familia Bertolin que llegó a Brasil en 1878 y vivió en Colonia Dona Isabel , hoy ciudad di Bento Goncalves, después de haber caminado unos 12 días a pie en medio de la selva. Allí, en uno campamento de inmigrantes, los Bertolin ayudó a colonizar el sur de Brasil.
domingo, 31 de agosto de 2014
BERTOLIN DI MARÓSTICA
RENATO BERTOLIN que mora na cidade de Maróstica, Itália, a quem tive a alegria de conhece-lo em 2012 quando visitei a Itália, também é um grande interessado em descobrir as raízes da FAMÍLIA BERTOLIN.
Em visita a Igreja Santa Maria Assunta, na cidade de Maróstica, Renato descobriu que LORENZO BERTOLIN nasceu em PIANEZZE, no dia 18 de Maio de 1834, e a sua Esposa MARIA MAGDALENA MORESCO nasceu em Molvena no dia 26 de Outubro de 1833. Os dois se casaram na Igreja de Santa Maria Assunta, Maróstica, no dia 23 de Fevereiro de 1854.Lorenzo Bertolin é o patriarca de nossa família, que veio para o Brasil em 1878. Lorenzo e Maria Magdalena Moresco, são os pais do meu tataravó ORAZIO GUISEPPE BERTOLIN.
Além de Orazio, também são filhos do Casal Lorenzo e Maria Magdalena: MARIA, STELLA, VICTÓRIA, LUIGIA, e ALEXANDRE.
Lorenzo Bertolin, Nasceu na Itália e faleceu no Brasil, na cidade de Bento Gonçalves, em 05 de Maio de 1909, aos 74 anos de idade, conforme atestado de Óbito número 35 - do Cartório do Registro Civil das Pessoas Naturais do Município de Bento Gonçalves - RS, casualmente administrado por seus descendentes, netos de REDOVINO BERTOLIN ( que mudou a assinatura para BERTOLINI) . Redovino é filho de ORÁZIO GUISEPPE BERTOLIN & SEBASTIANA ALVES MONTEIRO DA SILVA, portanto neto de LORENZO BERTOLIN
Detalhe Importante:
Lorenzo era "Possidente", tinha posses, e assinou o termo de matrimônio. Maria Magdalena Moresco "Ha firmato con una croce" ou seja assinou com uma CRUZ, o que indica que não sabia escrever.
São contribuições preciosas como esta de RENATO BERTOLIN que aos poucos, vamos encontrando fragmentos para conhecer a história da nossa família. Você quer contribuir? tem informações? poste aqui nos comentários.
Felicidade a todos.
Renato Bertolin che vive nella città di Marostica, in Italia, Che ha avuto la gioia di incontrarlo di recente, quando ho visitato l'Italia, è anche molto interessato a scoprire le origini della FAMIGLIA BERTOLIN.
Durante una visita a Chiesa Santa Maria Assunta nella città di Marostica, Renato scoperto che Lorenzo Bertolin è nato a PIANEZZE, il 18 maggio 1834. E sua moglie Maria Magdalena Moresco è nato a Molvena il 26 ottobre 1833. I due si sposarono nella chiesa di Santa Maria Assunta, Marostica, il 23 febbraio 1854.
Dettaglio importante:
Lorenzo era "Possidente" e avevano firmato il termine matrimonio. Maria Magdalena Moresco "Ha Firmato con Una croce" che indica che non poteva scrivere.
Fate in modo che il prezioso contributo Renato Bertolin ci manda.Così lentamente, abbiamo trovato frammenti di conoscere la storia della nostra famiglia.
Importante ricordare che Lorenzo Bertolin e Maria Magdalena Morescosono i padri della nostra famiglia, che è venuto in Brasile nel 1878, con i bambini: Maria, Stella, Victoria, Luigia, Orázio Guiseppe (Horácio Bertolin, il mio 4º. bisnonno) e Alexandre.
Lorenzo Bertolin è morto in Brasile il 5 maggio 1909, in Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul, Brasile, dove fu sepolto come Certificato di morte numero 35 - Impiegato del registro civile delle persone fisiche nella città di Bento Gonçalves - RS, casualmente amministrato dai suoi discendenti, nipoti Redovino Bertolin (che ha cambiato la firma di BERTOLINI). Redovino è il figlio di Orázio Giuseppe Bertolin e Sebastiana Alves Monteiro da Silva, pertanto, è il nipote di Lorenzo Bertolin.
terça-feira, 29 de julho de 2014
A FAMÍLIA BERTOLIN QUE CHEGOU AO BRASIL EM 1878
A Família BERTOLIN chegou ao Brasil em 26 de Janeiro de 1878. Partiram de Gênova na Itália, no dia 31 de dezembro de 1877, a bordo do Navio ISABELA.
A Família que vinha para construir novas perspectivas de vida na américa era assim composta:
O Casal patriarca: LORENZO BERTOLIN - com 43 anos de idade e a esposa MARIA MAGDALENA MORESCO - com 40 anos de idade
Tinham 06(seis) filhos, todos solteiros:
- MARIA - com 18 anos de idade. Casou no Brasil, com Francesco Ponticeli em 1879. Um ano e meio após chegar da Itália.
- STELLA (Registrada na relação do navio como MARIA) com 12 de idade. casou em 1883 com Irineu BERTANI.
- LUIGIA (registrada na relação do navio como Maddalena) 16 anos de Idade. casou em 1889 com Vitório Toaldo.
VICTORIA(Aparece registrado na relação do navio como Vitório) com 09 anos de idade. Casou em 1891 com Pedro Toaldo, irmão de Vitório Toaldo.
- ORAZIO Giuseppe com 14 anos de idade. Viveu com Sebastiana Alves Monteiro da Silva. Não casou oficialmente.
- ALEXANDRE - com 07 anos de idade. Casou em 1898 com Rosa ZANELLA.
Na foto abaixo ORAZIO GIUSEPPE BERTOLIN (meu tataravô) .
Giovane Bertolin che mori nella prima guerra mondiale
Giovane Bertolin sono morti in PRIMA GUERRA MONDIALE
Ora ricordiamo i 100 anni dela prima guerra mondiali, dobbiamo ricardare che molti italiani hanno versato il loro sangue per l'Italia. La città di Marostica ha anche inviato il suo contingente di soldati a combattere per la patria italiana. Nella Piazza del Castello Inferiore di Marostica, vicino all'edificio del Banco Popolare di Marostica, si trova il monumento che onora coloro che sono morti in Italia. (Fotos sotto) Tra gli eroi di guerra per molti cognomi conosciuti in Brasile. Famiglia Bertolin caduto Gio Batta e MARCO Bertolin.
sábado, 26 de julho de 2014
IL PRIMO MATRIMONI DI FAMIGLIA BERTOLIN QUI IN BRASILE
Non era solo con difficoltà che gli immigrati italiani hanno vissuto in quei giorni.
MARIA BERTOLIN era la figlia primogenita de Lorenzo Bertolin e Maria Magdalena Moresco.
Maria è nata in Italia a Marostica, Vicenza, il 14 aprile 1859.
Di conseguenza è venuto in Brasile con 18 anni.
Qui in Brasile, Maria trovato il giovane italiano FRANCESCO PONTICELLI figlio di Giovanni Ponticelli e Irene Ciesera residenti in Dona Isabel, oggi cittá di Bento Gonçalves-RS, Brasile.
Francesco Ponticelli è nato in Italia nel 1860, a Pozza di Fassa, Trento.
MARIA BERTOLIN i FRANCESCO PONTICELLI si sono sposati il 15 novembre 1879, come registrato nel Libro dei matrimoni dela Colonia Dona Isabel, numero uno, pagina 61, numero 40. La cerimonia religiosa è stata per sacerdote officiante Giovanni Menegotto.
Non aveva ancora completato i due anni che la famiglia BERTOLIN era arivato in Brasile, e c'era la festa di matrimonio.
Avrà avuto il vino ala festa? e Polenta? Ma come non si può?
La Famiglia Giovani Ponticelli possedeva nel 1884, la prima casa di maratura a Dona Isabel, oggi la città di Bento Gonçalves, qui in Brasile. Dopo questa casa ha dato modo di costruire il Club Alliance (Lorenzoni, 1975 - pag 122).
MARIA BERTOLIN era la figlia primogenita de Lorenzo Bertolin e Maria Magdalena Moresco.
Maria è nata in Italia a Marostica, Vicenza, il 14 aprile 1859.
Di conseguenza è venuto in Brasile con 18 anni.
Qui in Brasile, Maria trovato il giovane italiano FRANCESCO PONTICELLI figlio di Giovanni Ponticelli e Irene Ciesera residenti in Dona Isabel, oggi cittá di Bento Gonçalves-RS, Brasile.
Francesco Ponticelli è nato in Italia nel 1860, a Pozza di Fassa, Trento.
MARIA BERTOLIN i FRANCESCO PONTICELLI si sono sposati il 15 novembre 1879, come registrato nel Libro dei matrimoni dela Colonia Dona Isabel, numero uno, pagina 61, numero 40. La cerimonia religiosa è stata per sacerdote officiante Giovanni Menegotto.
Non aveva ancora completato i due anni che la famiglia BERTOLIN era arivato in Brasile, e c'era la festa di matrimonio.
Avrà avuto il vino ala festa? e Polenta? Ma come non si può?
La Famiglia Giovani Ponticelli possedeva nel 1884, la prima casa di maratura a Dona Isabel, oggi la città di Bento Gonçalves, qui in Brasile. Dopo questa casa ha dato modo di costruire il Club Alliance (Lorenzoni, 1975 - pag 122).
O PRIMEIRO CASAMENTO NA FAMÍLIA BERTOLIN EM BENTO GONÇALVES
Pois é, não é só de dificuldade que os Imigrantes Italianos Viveram naqueles dias.
MARIA BERTOLIN era a filia mais velha do casal Lorenzo Bertolin e Maria Magdalena Moresco.
Maria nasceu na Itália, em Maróstica, Vicenza, no dia 14 de Abril de 1859. Portanto chegou ao Brasil com 18 anos de idade.
Aqui no Brasil, Maria conheceu o Italiano FRANCESCO PONTICELLI, filho de Giovanni Ponticelli e Irene Ciesera, também imigrante residente em Dona Isabel.
Francesco Nasceu na Itália em 1860, em Pozza di Fassa, Trento.
MARIA BERTOLIN e FRANCESCO PONTICELLI se casaram no dia 15 de Novembro de 1879, conforme está registrado no Livro de casamento da Colonia Dona Isabel, Livro número 01, página 61, número 40. O oficiante fora o padre Giovanni Menegotto.
Percebe-se então que antes de completar o segundo ano imigração aqui no Brasil, já houve festa para enlace. Será que teve vinho na festa? E Polenta? ai..aiaiaiaiai.....
A Família de Giovani Ponticelli possuia em 1884, a primeira casa de alvenaria em Dona isabel, hoje cidade de Bento Gonçalves. Depois esta casa deu lugar para a construção do Clube Aliança (Lorenzoni, 1975 - pg 122).
MARIA BERTOLIN era a filia mais velha do casal Lorenzo Bertolin e Maria Magdalena Moresco.
Maria nasceu na Itália, em Maróstica, Vicenza, no dia 14 de Abril de 1859. Portanto chegou ao Brasil com 18 anos de idade.
Aqui no Brasil, Maria conheceu o Italiano FRANCESCO PONTICELLI, filho de Giovanni Ponticelli e Irene Ciesera, também imigrante residente em Dona Isabel.
Francesco Nasceu na Itália em 1860, em Pozza di Fassa, Trento.
MARIA BERTOLIN e FRANCESCO PONTICELLI se casaram no dia 15 de Novembro de 1879, conforme está registrado no Livro de casamento da Colonia Dona Isabel, Livro número 01, página 61, número 40. O oficiante fora o padre Giovanni Menegotto.
Percebe-se então que antes de completar o segundo ano imigração aqui no Brasil, já houve festa para enlace. Será que teve vinho na festa? E Polenta? ai..aiaiaiaiai.....
A Família de Giovani Ponticelli possuia em 1884, a primeira casa de alvenaria em Dona isabel, hoje cidade de Bento Gonçalves. Depois esta casa deu lugar para a construção do Clube Aliança (Lorenzoni, 1975 - pg 122).
A FAMILIA BERTANI E A FAMILIA BERTOLIN
Como já escrevi num post anterior, já nos primeiros anos que a Família BERTOLIN chegou ao Brasil, em 1879, portanto, antes de completar o segundo ano, já teve o primeiro casamento na família. A Filha mais velha de LORENZO & MARIA MAGDALENA BERTOLIN, A Maria Bertolin se casou no dia 15 de novembro, com Francesco Ponticelli.
Quatro ano mais tarde, no dia dez de novembro de 1883, foi a vez da segunda filha do patriarca Lorenzo & Maria Magdalena, a STELLA BERTOLIN se casar com IRINEO BERTANI. Irineo também nasceu na Itália e tinha 27 anos no dia que contraiu núpcias. Morava na linha Zamith da colônia Dona Isabel.
STELLA BERTOLIN, também nasceu na Itália, em Marostica - Vicenza, em 13 de Agosto de 1865. Stella chegou ao Brasil com 12 anos e se casou com 18 anos de idade.
O registro consta no Livro de casamentos da Colônia Dona Isabel (hoje Bento Gonçalves-RS) no 02 - página 11 - número 63.
Até aqui, os casamentos eram entre imigrantes italianos.
Assim, no final de 1883, tínhamos as duas filhas mais velhas do casal Lorenzo Bertolin & Maria Magdalena Moresco, casadas. E os Netinhos quando chegaram:
Alguém aí da família BERTANI, tem esta informação?
Que tal contribuir com o Blog?
domingo, 6 de julho de 2014
domingo, 6 de abril de 2014
OS LAÇOS DA FAMÍLIA BERTOLIN COM A FAMÍLIA TOALDO
Dois irmãos. Duas irmãs. Já conhecemos histórias de situações assim onde dois irmãos se apaixonam por duas irmãs.
Esta paixão em família também aconteceu com os jovens italianos Victorio e Pedro Toaldo. Os dois rapazes, filhos de Pedro Toaldo e Anna Cagliari, todos imigrantes italianos, tinham fixado residencia e faziam parte do cotidiano da Colonia DONA ISABEL, hoje município de Bento Gonçalves-RS.
Derepente, os dois ragazzi começaram a ter um olhar diferente para duas ragazze, filhas do Sr. Lorenzo Bertolin.
Não deu outra. Deu Namoro. O rapaz mais velho, VICTORIO TOALDO começou a namorar LUIGIA BERTOLIN. E o irmão mais moço, PEDRO TOALDO seguiu os passos do mano mais velho e foi atrás de VICTORIA BERTOLIN, irmã mais nova da LUIGIA.
Luigia e Victoria Bertolin eram irmãs de Orázio Guiseppe Bertolin, meu tataravò.
Logo, as familias TOALDO e BERTOLIN teriam "MOTIVOS" para uma churrascada.
Uma não. Duas!
No dia 16 de Novembro de 1889, as 11 horas da manhã, Na igreja Matriz de Bento Gonçalves-RS, o então párroco João Menegotto realizava o matrimonio de VICTORIO TOALDO e LUIGIA BERTOLIN. Ele tinha 23 anos de idade. Ela um pouco mais, já estava com 27 anos de Idade.
A família de LORENZO BERTOLIN e MAGDALENA MORESCO, os pais de LUIGIA E VICTORIA, chegaram ao porto do Rio de janeiro no dia 26 de janeiro de 1878. Portanto, na época do casamento já estavam bem acostumados aqui no novo país, haviam chegado, fazia 12 anos.
Mais alguns meses e novo CHURRASCO para reunir as familias TOALDO e BERTOLIN.
06 de Julho de 1891, Inverno, 07 Horas da manhã. O Padre João Menegotto, aguardava os noivos. Os convidados lotavam mais uma vez a igreja Matriz de Bento Gonçalves-RS. E assim, com a serra gaúcha ainda encoberta de geada, iniciava a benção matrimonial de PEDRO TOALDO e VICTORIA BERTOLIN.
Pedro e Victoria, tinham a mesma idade, 23 anos.
Os registros estão no livro de casamentos 04, fls 12 e 37 - da Paroquia Santo Antonio de Bento Gonçalves-RS.
PEDRO TOALDO
Esta paixão em família também aconteceu com os jovens italianos Victorio e Pedro Toaldo. Os dois rapazes, filhos de Pedro Toaldo e Anna Cagliari, todos imigrantes italianos, tinham fixado residencia e faziam parte do cotidiano da Colonia DONA ISABEL, hoje município de Bento Gonçalves-RS.
Derepente, os dois ragazzi começaram a ter um olhar diferente para duas ragazze, filhas do Sr. Lorenzo Bertolin.
Não deu outra. Deu Namoro. O rapaz mais velho, VICTORIO TOALDO começou a namorar LUIGIA BERTOLIN. E o irmão mais moço, PEDRO TOALDO seguiu os passos do mano mais velho e foi atrás de VICTORIA BERTOLIN, irmã mais nova da LUIGIA.
Luigia e Victoria Bertolin eram irmãs de Orázio Guiseppe Bertolin, meu tataravò.
Logo, as familias TOALDO e BERTOLIN teriam "MOTIVOS" para uma churrascada.
Uma não. Duas!
No dia 16 de Novembro de 1889, as 11 horas da manhã, Na igreja Matriz de Bento Gonçalves-RS, o então párroco João Menegotto realizava o matrimonio de VICTORIO TOALDO e LUIGIA BERTOLIN. Ele tinha 23 anos de idade. Ela um pouco mais, já estava com 27 anos de Idade.
A família de LORENZO BERTOLIN e MAGDALENA MORESCO, os pais de LUIGIA E VICTORIA, chegaram ao porto do Rio de janeiro no dia 26 de janeiro de 1878. Portanto, na época do casamento já estavam bem acostumados aqui no novo país, haviam chegado, fazia 12 anos.
Mais alguns meses e novo CHURRASCO para reunir as familias TOALDO e BERTOLIN.
06 de Julho de 1891, Inverno, 07 Horas da manhã. O Padre João Menegotto, aguardava os noivos. Os convidados lotavam mais uma vez a igreja Matriz de Bento Gonçalves-RS. E assim, com a serra gaúcha ainda encoberta de geada, iniciava a benção matrimonial de PEDRO TOALDO e VICTORIA BERTOLIN.
Pedro e Victoria, tinham a mesma idade, 23 anos.
Os registros estão no livro de casamentos 04, fls 12 e 37 - da Paroquia Santo Antonio de Bento Gonçalves-RS.
PEDRO TOALDO
VICTORIA BERTOLIN
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
O INICIO DE UMA NOVA VIDA
Tudo o que conhecemos até aqui é de que na época que os Imigrantes italianos vieram para o Brasil, as condições na Itália eram de extrema dificuldades econômicas.
Mais percaria ainda eram as condições em que se submeteram nos primeiros meses e anos aqui no Brasil.
Como já escrevi em outro post, os imigrantes chegavam normalmente no porto do Rio de janeiro, onde ficavam em quarentena na hospedaria do imigrante.
Após este período, o Governo do Império Brasileiro bancava as passagens de navio em um novo trajeto até o porto de Porto Alegre. Da capital gaúcha, os imigrantes seguiam em pequenos vapores pelo Rio Jacuí até o porto de São João de Montenegro. A partir daqui, tinham talvez a parte mais desgastante da longínqua viagem: 78 kilometros no lombo de mulas.
Em 1878, quando a família de LORENZO BERTOLIN chegou ao porto de São João de Montenegro, não haviam estradas até a colonia DONA ISABEL, hoje município de Bento Gonçalves-RS. Percorrer os 78 kilometros no lombo de Mulas tornava-se uma viagem que chegava a durar até 12 dias. Imaginem o desafio: Mulheres, Crianças, dias a fio mata a dentro subindo em direção a terra que tinham depositado todas as suas esperanças. Segundo relatos de representantes do consultado Italiano da época, não era raro encontrar mulas mortas pelo caminho.
A família BERTOLIN, era composta, além do casal LORENZO e MARIA MAGDALENA MORESCO, pelos filhos MARIA DE 18 ANOS, STELLA DE 16, ORAZIO GIUSEPPE de 14, LUIGIA 12, VICTÓRIA DE 09 e ALEXANDRE com 07 anos de idade.
A Chegada na Colonia DONA ISABEL, também não significava algum alivio. Na primavera de 1878, a Colonia DONA ISABEL estava em formação. Enquanto os Imigrantes Italianos aguardavam a designação do Lote de terras que iriam ocupar, montavam tendas com lençóis para se proteger. Por isso, o acampamento da Colonia foi chamado por algum tempo de "Cidade Branca".
A Colonia DONA ISABEL foi fundada em 1870, pelo governo da província do Rio Grande do Sul, mas só em 1875, O Governo Imperial assumiu e deu-se então o processo de Imigração. Em 1878, quando a família BERTOLIN chegou as condições eram ainda muito precárias.
Sem recursos e sem estradas para escoar a produção, os colonos italianos não tiveram vida fácil aqui na américa.
Quando mergulhamos nestas histórias, podemos compreender que trata-se de um povo forte, corajoso, determinado. A Imigração Italiana no Rio Grande do Sul foi submetida a um cruel plano de ocupação do Brasil e de branqueamento da população.
O que receberam quando aqui chegaram: algumas poucas ferramentas, Um machado, Uma pá, uma enchada.... e um lote de terra que deveria ser pago em alguns anos.
LORENZO BERTOLIN recebeu em 1878 o lote número 54 na estrada geral da Colonia Dona Isabel. Só recebeu o título definitivo em 1894.
Imagino que o único alento que tinham era a solidariedade entre eles, os imigrantes. Aliás esta era uma curiosidade minha, a família veio sozinha, tinham amigos de empreitada, a final o que lhes encorajava a enfrentar esta mudança radical.
Cruzando os sobrenomes das famílias que estavam no navio ISABELA que trouxe a família de LORENZO BERTOLIN e MARIA MAGDALENA e lendo as relações dos possuidores de lotes na Colonia DONA ISABEL, descobrimos, por exemplo, que a família de BORTOLO TONIOLO, também originário da cidade de MAROSTICA, VICENZA, estava junto nesta viagem e seguiram os mesmos passos na colonização. A família TONIOLO ocupou o lote número 06, na linha Eulalia da colonia DONA ISABEL.
ARCANGELO BRUGNERA, com sua esposa e filhos também estavam juntos e ocuparam o lote número 22 leste na Estrada Geral.
Eram amigos? Dividiram as mesmas dificuldades? não sabemos. Mas com certeza compartilharam as esperanças de construir dias melhores para seus descendentes.
Mais percaria ainda eram as condições em que se submeteram nos primeiros meses e anos aqui no Brasil.
Como já escrevi em outro post, os imigrantes chegavam normalmente no porto do Rio de janeiro, onde ficavam em quarentena na hospedaria do imigrante.
Após este período, o Governo do Império Brasileiro bancava as passagens de navio em um novo trajeto até o porto de Porto Alegre. Da capital gaúcha, os imigrantes seguiam em pequenos vapores pelo Rio Jacuí até o porto de São João de Montenegro. A partir daqui, tinham talvez a parte mais desgastante da longínqua viagem: 78 kilometros no lombo de mulas.
Em 1878, quando a família de LORENZO BERTOLIN chegou ao porto de São João de Montenegro, não haviam estradas até a colonia DONA ISABEL, hoje município de Bento Gonçalves-RS. Percorrer os 78 kilometros no lombo de Mulas tornava-se uma viagem que chegava a durar até 12 dias. Imaginem o desafio: Mulheres, Crianças, dias a fio mata a dentro subindo em direção a terra que tinham depositado todas as suas esperanças. Segundo relatos de representantes do consultado Italiano da época, não era raro encontrar mulas mortas pelo caminho.
A família BERTOLIN, era composta, além do casal LORENZO e MARIA MAGDALENA MORESCO, pelos filhos MARIA DE 18 ANOS, STELLA DE 16, ORAZIO GIUSEPPE de 14, LUIGIA 12, VICTÓRIA DE 09 e ALEXANDRE com 07 anos de idade.
A Chegada na Colonia DONA ISABEL, também não significava algum alivio. Na primavera de 1878, a Colonia DONA ISABEL estava em formação. Enquanto os Imigrantes Italianos aguardavam a designação do Lote de terras que iriam ocupar, montavam tendas com lençóis para se proteger. Por isso, o acampamento da Colonia foi chamado por algum tempo de "Cidade Branca".
A Colonia DONA ISABEL foi fundada em 1870, pelo governo da província do Rio Grande do Sul, mas só em 1875, O Governo Imperial assumiu e deu-se então o processo de Imigração. Em 1878, quando a família BERTOLIN chegou as condições eram ainda muito precárias.
Sem recursos e sem estradas para escoar a produção, os colonos italianos não tiveram vida fácil aqui na américa.
Quando mergulhamos nestas histórias, podemos compreender que trata-se de um povo forte, corajoso, determinado. A Imigração Italiana no Rio Grande do Sul foi submetida a um cruel plano de ocupação do Brasil e de branqueamento da população.
O que receberam quando aqui chegaram: algumas poucas ferramentas, Um machado, Uma pá, uma enchada.... e um lote de terra que deveria ser pago em alguns anos.
LORENZO BERTOLIN recebeu em 1878 o lote número 54 na estrada geral da Colonia Dona Isabel. Só recebeu o título definitivo em 1894.
Imagino que o único alento que tinham era a solidariedade entre eles, os imigrantes. Aliás esta era uma curiosidade minha, a família veio sozinha, tinham amigos de empreitada, a final o que lhes encorajava a enfrentar esta mudança radical.
Cruzando os sobrenomes das famílias que estavam no navio ISABELA que trouxe a família de LORENZO BERTOLIN e MARIA MAGDALENA e lendo as relações dos possuidores de lotes na Colonia DONA ISABEL, descobrimos, por exemplo, que a família de BORTOLO TONIOLO, também originário da cidade de MAROSTICA, VICENZA, estava junto nesta viagem e seguiram os mesmos passos na colonização. A família TONIOLO ocupou o lote número 06, na linha Eulalia da colonia DONA ISABEL.
ARCANGELO BRUGNERA, com sua esposa e filhos também estavam juntos e ocuparam o lote número 22 leste na Estrada Geral.
Eram amigos? Dividiram as mesmas dificuldades? não sabemos. Mas com certeza compartilharam as esperanças de construir dias melhores para seus descendentes.
domingo, 21 de julho de 2013
domingo, 7 de outubro de 2012
domingo, 9 de setembro de 2012
PARTIDA DE XADREZ - PARTITA DI SCACCHI
Neste Final de semana Marostica vive a magnífica encenação da partida de xadrez com 600 figurantes. Um espetáculo que se renova a cada dois anos e anima a cidade.
A lenda remonta a 1454 e conta a história de um grande duelo ao som de espadas, mas jogando o jogo nobre de xadrez. Um amor épico atemporal, que há mais de meio século conquista espectadores de todo o mundo. O resto é feito pelo ambiente natural, uma das praças mais bonitas da Itália, cercado por dois castelos medievais, o "inferior" e um que domina a colina, interligados por uma muralha medieval, entre as mais admiradas do Veneto.
O Espetáculo, é baseado no texto escrito por Mirko Vucetich 1954. Conta a história da filha do diretor do Castelo de Marostica Taddeo Parisio e dois jovens: Rinaldo D'Angarano e Vieri da Vallonara disputando a mão da bela Lionora, filha de Parisio. Para evitar derramamento de sangue por dois talentosos jovens, o diretor decidiu dar a mão de sua filha Lionora ao jovem que vencesse a disputa num jogo no xadrez. Ao derrotado, caberia casar-se com Oldrada, a filha mais jovem. O encontro para a disputa da partida de Xadrez acontece em um dia de festa na Piazza Castello baixo.
"O Jogo de Xadrez com personagens vivos da Marostica, é realizado a cada dois anos com o poderoso charme das encenações populares medievais. Recentemente foi coroado "Patrimônio Mundial da Itália" pelo Ministério do Turismo Italiano . O evento é encenado neste final de semana, sexta-feira 7, sábado 8 e domingo, 9 de setembro de 2012, com apresentações todas as noites a partir das 21h00 e domingo a tarde, às 17:00 h.
Italian Version:
Marostica in scena la fastosa rievocazione storica con 600 figuranti in costume. Uno spettacolo che si rinnova e anima la città.
![]() |
| La Partita di Scacchi nella Piazza sotto il castello Inferiore |
A lenda remonta a 1454 e conta a história de um grande duelo ao som de espadas, mas jogando o jogo nobre de xadrez. Um amor épico atemporal, que há mais de meio século conquista espectadores de todo o mundo. O resto é feito pelo ambiente natural, uma das praças mais bonitas da Itália, cercado por dois castelos medievais, o "inferior" e um que domina a colina, interligados por uma muralha medieval, entre as mais admiradas do Veneto.
O Espetáculo, é baseado no texto escrito por Mirko Vucetich 1954. Conta a história da filha do diretor do Castelo de Marostica Taddeo Parisio e dois jovens: Rinaldo D'Angarano e Vieri da Vallonara disputando a mão da bela Lionora, filha de Parisio. Para evitar derramamento de sangue por dois talentosos jovens, o diretor decidiu dar a mão de sua filha Lionora ao jovem que vencesse a disputa num jogo no xadrez. Ao derrotado, caberia casar-se com Oldrada, a filha mais jovem. O encontro para a disputa da partida de Xadrez acontece em um dia de festa na Piazza Castello baixo.
"O Jogo de Xadrez com personagens vivos da Marostica, é realizado a cada dois anos com o poderoso charme das encenações populares medievais. Recentemente foi coroado "Patrimônio Mundial da Itália" pelo Ministério do Turismo Italiano . O evento é encenado neste final de semana, sexta-feira 7, sábado 8 e domingo, 9 de setembro de 2012, com apresentações todas as noites a partir das 21h00 e domingo a tarde, às 17:00 h.
Italian Version:
Marostica in scena la fastosa rievocazione storica con 600 figuranti in costume. Uno spettacolo che si rinnova e anima la città.
La leggenda risale al 1454 e racconta
di un duello combattutonon a suon di spade ma attraverso una partita al nobile
gioco degli scacchi. Un’epopea d’amore senza tempo, che da più di cinquant’anni
conquista spettatori da ogni parte del mondo. Il resto lo fa la naturale
scenografia, una delle piazze più belle d’Italia, incorniciata da due castelli
medioevali, quello “da basso” e quello che domina il colle, e un recinto di mura
medioevali, fra le più ammirate del Veneto.
La storia, tratta da un testo di Mirko Vucetich del 1954, racconta della vicenda della figlia del Castellano di Marostica Taddeo Parisio e dei due giovani Rinaldo d’Angarano e Vieri da Vallonara che si contendono la mano della bella figlia del Castellano, Lionora. Per evitare spargimento di sangue da parte dei due giovani valenti, rifacendosi ad un editto della Serenissima, il castellano decise di concedere la mano della figlia Lionora a chi dei due contendenti avesse vinto una partita al gioco degli scacchi, offrendo invece in sposa Oldrada, sua sorella ancora giovane e bella, allo sconfitto. L’incontro si svolge in un giorno di festa nella piazza del Castello da basso, con pezzi “grandi e vivi”, armati caratterizzati dalle insegne del bianco e del nero, secondo le antichissime regole imposte dalla nobile arte.
La storia, tratta da un testo di Mirko Vucetich del 1954, racconta della vicenda della figlia del Castellano di Marostica Taddeo Parisio e dei due giovani Rinaldo d’Angarano e Vieri da Vallonara che si contendono la mano della bella figlia del Castellano, Lionora. Per evitare spargimento di sangue da parte dei due giovani valenti, rifacendosi ad un editto della Serenissima, il castellano decise di concedere la mano della figlia Lionora a chi dei due contendenti avesse vinto una partita al gioco degli scacchi, offrendo invece in sposa Oldrada, sua sorella ancora giovane e bella, allo sconfitto. L’incontro si svolge in un giorno di festa nella piazza del Castello da basso, con pezzi “grandi e vivi”, armati caratterizzati dalle insegne del bianco e del nero, secondo le antichissime regole imposte dalla nobile arte.
E’ la Partita a Scacchi di
Marostica a personaggi viventi, recentemente coronata
“Patrimonio d’Italia” dal Ministero del Turismo e in scena
venerdì 7, sabato 8 e domenica 9 settembre 2012, con
rappresentazioni ogni sera a partire dalle 21.00 e domenica anche il pomeriggio,
alle 17.00. Uno spettacolo che si rinnova, ogni due anni, con il potente fascino
delle rievocazioni popolari.
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