domingo, 27 de março de 2011

E HAVIA UMA PROFESSORA .....




Albertina Bertolin(minha Bisavó) foi Professora, daquelas que ensinava em casa, no município de Protásio Alves-RS, na década de 1920. Era raro haver escolas no interior naquela época. A Bisa Albertina também foi a primeira professora na escola de Santa Cecília, pequena localidade no município de Água Santa - RS. No dia 15 de Julho de 1911, a jovem Albertina contraiu matrimônio com Laudelino Pacheco (Vô Lau) que na época era Alfaiate em Lagoa Vermelha - RS.O Casal teve 11(onze) filhos.
Vô "Lau" como era chamado foi delegado de policia e depois, dono de cartório em Protrásio Alves - RS, isso por volta de 1922.
No ano de 1923 ou 1924, retornou à Lagoa Vermelha - RS e passou a atuar com Farmacêutico. Para isso, Fez um Curso em Porto Alegre - RS. Mais tarde, Vó Albertina e vô Lau mudaram-se para a Comunidade de Santa Cecília e em seguida para Rio Ligeiro no município de Lagoa Vermelha - RS.
Anos mais tarde residiram na cidade de Ibiaçá - RS. Na década de 1950, mudaram-se para Mariópolis - PR.
Albertina Bertolin Pacheco faleceu no dia 23 de Junho de 1990, na cidade de Cruzeiro do Iguaçú - PR.
Na foto em Anexo, O Casal Laudelino Pacheco & Albertina Bertolin com os netos:
Da esquerda para Direita: João Carlos Pacheco - Eva Pacheco -  Antonio Carlos Pacheco - Maristela  Pacheco Piovessan (Bebê no colo) -  Eda Pacheco ,- Elsa Pacheco e  por  último Sergio Pacheco .

UM POVOADO, UMA SELARIA E UMA FAMÍLIA




"Nova Fiume, um dos mais prósperos e promissores povoados que formam o Município de Lagoa Vermelha, gléba gaúcha que ocupa vasta área territorial de nosso estado..... laboriosa vila, com densa população"
Assim o JORNAL DIÁRIO DA TARDE de Passo Fundo, Rio Grande do Sul, editado no inicio da década de 40 divulgava em pomposa reportagem sobre este vilarejo que mais tarde transformou-se no município de AGUA SANTA, situado entre Passo Fundo e Lagoa Vermelha no estado do Rio Grande do Sul. A reportagem teve como motivação "A ELEVAÇÃO DO POVOADO A CATEGORIA DE DISTRITO" o que era "UMA JUSTA E VELHA ASPIRAÇÃO DA LABORIOSA POPULAÇÃO" de Nova Fiume.
Na Foto que ilustra a reportagem está o Sr. GUERINO RINEO BERTOLIN e sua esposa ZILBA PACHECO BERTOLIN (meus avós) com os filhos ALCEU, ALCEU e ALFEU BERTOLIN (no colo - meu Pai).
A Legenda da foto cita que GUERINO BERTOLIN empreendia na área de SELARIA e que muito "VEM CONTRIBUINDO EM PROL DO FLORESCENTE PROGRESSO DA VILA".
Este jornal foi guardado pelos meus avós GUERINO E ZILBA. Em 2003, cerca de 60 após sua publicação, a Querida Vó ZILBA me presenteou com esta raridade para que eu pudesse enriquecer os registros da história da nossa família.
Meu avô GUERINO RINEO BERTOLIN, mudou-se para Santa Catarina na década de 1950, vindo a residir no interior do município de Tangará, na localidade chamada na época de Presidente Vargas, hoje Irakitan, um distrito daquele município. Nesta localidade, meu avô empreendeu sociedade numa loja de secos & molhados, além de uma pequena propriedade para produção agrícola. Nesta mesma época, seu Irmão ERNESTO BERTOLIN, mudou-se para a região Oeste de Santa Catarina, município de Galvão o que anos mais tarde motivou a transferência do Meu avô e demais familiares para aquela cidade.
Na década de 1980, meu tio Altaneu Bertolin foi eleito prefeito de Galvão. NO cemitério desta cidade estão sepultados os meus avós Guerino Rineu Bertolin & Zilba Pacheco. Os restos mortais do meu Tataravô ORAZIO GUISEPPE BERTOLIN, e dos meus Bisavós ANDRÉ BERTOLIN E GENOVEVA GIACOMIN BERTOLIN também estão neste cemitério.

sábado, 19 de março de 2011

VOCÊS ENCONTRARÃO PARENTES NO PARANÁ

" UM DIA VOCÊS ENCONTRARÃO PARENTES NO PARANÁ"

 Esta frase foi repetida muitas vezes pelo meu tataravô ORAZIO GIUSEPPE BERTOLIN, aos seus filhos e netos. Porém,  nunca fez referencia de quem seriam estes parentes, nem onde residiam e porque ele suspeitava dessa possível ligação familiar. Nunca deu nenhuma pista. Apenas esta frase.

Sabemos que na cidade de Colombo-PR, há uma grande concentração de famílias BERTOLIN, porém até hoje nunca houve alguma aproximação ou identificação das origens destas famílias.

A Família BERTOLIN é numerosa no Brasil. Porém até hoje não houve qualquer identificação dos laços que unem esta família.

Da Descendencia de LORENZO BERTOLIN e MARIA MAGDALENA MORESCO, casal patriarca que veio para o Brasil em 1878, fixando residencia na serra gaúcha, hoje BENTO GONÇALVES - temos:

- A linhagem de ORAZIO GUISEPE BERTOLIN - Meu tataravô.
- Linhagem de Alexandre Bertolin - seu irmão
- Familia TOALDO - Pietro Toaldo casou com Vitória Bertolin, filha de LORENZO BERTOLIN.
- Familia BERTANI - Ireneo Bertani casou com Stela Bertolin, filha de LORENZO BERTOLIN.
- Família TOALDO - Vitório Toaldo casou com Luiza Bertolin, Filha de LORENZO BERTOLIN.
- Família PONTICELI - Francesco Ponticeli casou com Maria Bertolin, Filha mais velha de LORENZO BERTOLIN.


Quem sabe você que visita este site tenha alguma informação para contribuir.

Deixo o Espaço para a sua contribuição. Envie informações.

Conhecer nossas origens, é fundamental para saber quem somos.


VOCÊ FAZ PARTE DA FAMÍLIA BERTOLIN ?

Você é da família BERTOLIN?

Tem algum grau de parentesco?

Você pode colaborar com este blog, que tem o objetivo reunir informações para registrar a história da nossa família no Brasil.
Quem são seus ancestrais? Quando chegaram ao Brasil? Onde se estabeleceram?
Alguma história de família que você conhece?
Você faz parte da minha árvore genealógica, mas seus descendentes não constam? informe nome, data de nascimento, local, etc. que iremos atualizá-la.
entre em contato conosco. Para isso, poste seu comentário abaixo ou envie um e-mail para:

rbertolin2@gmail.com


Assim, com a sua colaboração poderemos ampliar o registro da nossa história como família BERTOLIN.
Contamos com a sua colaboração.


QUANDO A FAMÍLIA BERTOLIN VEIO PARA SANTA CATARINA

Como já sabemos, desde a chegada dos imigrantes Italianos LORENZO BERTOLIN & MAGDALENA MORESCO, com seus filhos, a família BERTOLIN se estabeleceu no estado do Rio Grande do Sul - na época - na colonia DONA ISABEL, hoje cidade de BENTO GONÇALVES.
Mais tarde, sem precisão de data e motivo, a família se deslocou para a região do município de PASSO FUNDO. Os irmãos ORÁZIO GUISEPPE BERTOLIN e ALEXANDRE BERTOLIN, adquiriram propriedades rurais e estabeleceram-se na localidade de RIO LIGEIRO, entre Passo Fundo e LAGOA VERMELHA, no Rio Grande do Sul.
Meu Bisavô ANDRE BERTOLIN, filho de ORÁZIO GUISEPPE BERTOLIN e SEBASTIANA ALVES MONTEIRO DA SILVA, casou com GENOVEVA GIACOMIN.
Meu Avô GUERINO RINEO BERTOLIN, nasceu em 1911, nesta região. Meu Pai ALFEU BERTOLIN nasceu em 1939 na localidade de AGUA SANTA, hoje municipio.
Mas foi na década de 1950 que a família BERTOLIN, que sempre atuou na agricultura (ORAZIO E ANDRÉ, como já citei em outro artigo, também eram construtores de muros e casas de Pedra), descidiu MIGRAR para o estado vizinho de SANTA CATARINA.
Na primeira tentativa, meu avô GUERINO e um irmão seu, adquiriram uma grande gleba de terra com mais de 2 mil ARAUCARIAS, na localidade de CERRO NEGRO, região de LAGES. Uma sociedade com outra família para instalar uma serraria na propriedade e atuar no ramo da madeira, a partir daquela enorme quantidade de ARAUCARIAS, não foi bem sucedida e meu avô acabou não efetivando a mudança da família e vendeu esta PROPRIEDADE.
Partiram então para nova iniciativa de vir para Santa Catarina, que nesta época vivia o auge do CICLO DA MADEIRA. os Irmãos adquiriram então outra propriedade em 1954 - desta vez menos promissora - próximo a uma localidade chamada de ESPINILHO - entre os municipios de TANGARÁ E CAMPOS NOVOS. Nesta oportunidade, MIGRARAM com as famílias, deixando o estado do RIO GRANDE DO SUL. Meu Pai, chegou em Santa Catarina, nesta época com 14 anos de idade. Portanto lembra bem do que se passou. Viveram nesta localidade por 2 anos.
Em 1956, meu avô, sem muita expectativa com o corte da MADEIRA, vendeu a SERRARIA e em sociedade com outa família, mudou de residencia e de ramo.
Foram morar na localidade de PRESIDENTE VARGAS, hoje IRAKITAN, no municipio de TANGARÁ. Lá empreenderam no comércio de SECOS & MOLHADOS, porém produzindo também na Agricultura. Já no inicio da Década de 1960, meu pai conheceu minha mãe DEOLIDE BRUNETTA. Casaram em 1962, na localidade de PASSO DA FELICIDADE, municipio vizinho de VIDEIRA, onde meu avô materno CLAUDIO BRUNETTA era empreendedor de um moinho de TRIGO, cuja farinha era comercializada sob a marca MOVISA - MOINHOS VIDEIRENSES S.A.

CENTENÁRIO DE GUERINO RINEO BERTOLIN




Neste ano lembramos o centenário de nascimento do Vô GUERINO RINEO BERTOLIN. Ele nasceu em 16 de Dezembro de 1911, em Passo Fundo, Rio Grande do Sul.
Filho de André Bertolin e Genoveva Giacomin, Guerino Rineu faz parte da segunda geração da família no Brasil. Casou com Zilba Pacheco Bertolin, com quem teve 05 filhos: ALCEU, ALGEU, ALFEU, ALGENES E ALTANEU.
Em 1954, veio com sua família para Santa Catarina. Faleceu em 1976 na cidade de Galvão, SC.
A Família BERTOLIN está no Brasil desde 1877, quando os Patriarcas LOURENZO BERTOLIN & MAGDALENA MORESCO, vindos da cidade de Maróstica, Vicenza, Italia, desembarcaram na américa para, junto com os primeiros imigrantes Italianos, formar a Colônia de Dona Isabel, hoje cidade de Bento Gonçalves, RS.
Na Foto em Anexo, O Vô Guerino, Meu Pai Alfeu, EU e o boi Brasino. (que LIndo) Foto tirada em Mariópolis-PR, creio em 1965. Faz tempo......

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

LISTAGEM DE NAVIO CONFIRMA A DATA DE CHEGADA DA FAMILIA BERTOLIN

Para confirmar a data exata da chegada da Familia Bertolin ao Brasil é preciso consultar o arquivo histórico nacional no Rio de Janeiro, que dispõe das relações completas do imigrantes desembarcados no Brasil.

Atualização em 24.06.2011:
O Arquivo Histórico Nacional liberou recentemente,em seu site, á cópia de uma série de relação de navios que chegaram no Rio de Janeiro a partir de 1876.

Como isso, localizamos, os dados que compravam a chegada da nossa família ao Brasil. LORENZO BERTOLIN & MAGDALENA MORESCO, com seus filhos, partiram do porto de Genôva no VAPOR ISABELA, NO DIA 31 DE DEZEMBRO DE 1877.
No dia 23 de Janeiro de 1878, o Navio ISABELA atracou no porto de Vitória-ES. 03 dias mais tarde, em 26 de Janeiro de 1878, atracou no porto do RIO DE JANEIRO, onde a Família BERTOLIN desembarcou para depois prosseguir viagem até o Rio Grande do Sul, onde se estabeleceram na COLÔNIA DONA ISABEL, hoje cidade de Bento Gonçalves-RS.

Por hoje é isso.

abraços,

Roberto Bertolin/.

domingo, 27 de setembro de 2009

QUEM FOI ORAZIO GIUSEPPE BERTOLIN





Orazio Giuseppe Bertolin nasceu na cidade de Marostica - Vicenza - Italy, em 31 de agosto de 1863.
Foi batizado na paróquia Santa Maria Assunta - na cidade de Marostica - Vicenza IT. conforme certificado di Battesimo em arquivo 112 página 23.
Chegou ao Brasil em 1878. Desembarcou no porto do Rio de Janeiro-RJ  no dia 26 de Janeiro de 1878 e, após período de quarentena,  seguiu para o Rio Grande do Sul acompanhado dos pais Lorenzo Bertolin e Maria Magdalena Moresco, e dos irmãos Alexandre, Maria, Luigia,Stella e Victória.

Por serem colonos estabeleceram-se na Colonia Dona Isabel - Estrada Geral - Lote 54, hoje Bento Gonçalves-RS.
Casou-se com Sebastiana Alves Monteiro da Silva. Logo tiveram Cinco filhos(sendo que sua filha Magdalena Bertolin faleceu com dois anos de idade, conforme registro número 35 do livro C-2 do cartório de Lagoa Vermelha-RS).


Em seguida separaram-se. depois de um ano voltaram a ficar juntos, tiveram mais um filho(Redovino) e separaram-se definitivamente.

Orazio Giuseppe Bertolin (conhecido como Horácio Bertolin) não casou mais. Sempre trabalhou como construtor de muros, casas de pedras e túmulos. Junto com seu filho André Bertolin, seguiam a cavalo até a cidade de Palmas-PR , onde executaram muitos trabalhos. Viveu seus últimos dias na casa de seu neto Guerino Rineu Bertolin.


Os Filhos de Orazio e Sebastiana:


- André Bertolin

- Albertina Bertolin

- Magdalena Bertolin (Faleceu com 2 anos de idade)

- Anália Bertolin

- Vitório Bertolin

- Redovino Bertolini (Este incluiu um "i" no final do sobrenome)



Orazio Giusepe Bertolin, meu Tataravô, faleceu no dia 09 de Setembro de 1942, em Água Santa-RS. Hoje(Setembro de 2009)seus restos mortais estão no cemitério municipal de Galvão-SC.


domingo, 26 de abril de 2009

QUANDO A FAMÍLIA BERTOLIN CHEGOU AO BRASIL ?

Esta é uma informação que ainda não tem precisão de data. Podemos ter uma estimativa quando analisamos o registro de casamento de Maria Bertolin, a filha mais velha do Casal Patriarca Lorenzo Bertolin & Magdalena Moresco.

Maria Bertolin casou com FRANCESCO PONTICELLI, identificado como negociante. O Enlace aconteceu em 15 de Novembro de 1879, na vila Dona Isabel, Hoje Bento Gonçalves-RS.
Consta no registro que MARIA BERTOLIN morava no Brasil há 1 ano e meio.
Se isso é verdadeiro, então a família BERTOLIN deve ter chegado ao Brasil em 1877.
Para Comprovar esta data é necessário uma pesquisa nos registros do Arquivo Nacional do Rio de Janeiro.
Esta pesquisa só é possivel indo pessoalmente ao AN. Eles não fornecem dados por internet ou correspondências.
Se você se interessar pelo assunto e for ao Rio, poderá contribuir indo ao Arquivo Nacional e solicitar para efetuar a pesquisa nos registros da época.
Fica o desafio!.

domingo, 19 de abril de 2009

SOMOS DA MARÓSTICA, ITÁLIA


Sim, la Famiglia BERTOLIN veio da Maróstica. Uma pequena cidade no norte da Itália(Vicenza). Uma região de muitas montanhas e belas paisagens. Maróstica foi murada na idade média.

MARÓSTICA É A CAPITAL MUNDIAL DO XADREZ.

O nome Maróstica (talvez maris ostium: porta do mar) é de sentido misterioso e permanece indecifrável ainda hoje. Seus montes de fisionomia marcial se alternam com elevações férteis, onde vicejam cerejeiras, castanheiras e oliveiras. Prevalece o cultivo dos vinhedos altamente apreciado pelos homens antigos e por turistas modernos; produzem vinhos e uva apreciadíssimos por todos os que cultuam a alegria de viver. Na região, monumentos antigos atestam a existência da cultura e do poder romano, desde os tempos de Aníbal. Trata-se em geral de castelos em ruínas, edificados sobre os cumes dos montes. Em 735, em plena Idade Média, Maróstica abrigou Berengário de Friuli, que aí se fortificou à espera de hordas selvagens de húngaros. Bem mais tarde, no tempo dos príncipes scalígeros, com Gran Can della Scalla, Maróstica se fez definitivamente fortaleza para, a serviço da República de Veneza, abrigar guarnições permanentes. Não obstante sua vocação para a guerra, a cidade é rica em belas artes. A Igreja de Santo António se apresenta como uma perfeita pedra preciosa; a Pregação de São Paulo em Atenas tem grande valor artístico. É porem através das partidas de xadrez, realizadas com peças vivas no Campo Grande dos Exercícios Militares que Maróstica se fez conhecida e admirada em todo o mundo.
A praça se transforma em tablado, e os atores, vestidos de branco e de negro, como era a moda da aristocracia veneziana, usam armas e jóias da época, copiadas de quadros contemporâneos por artistas italianos.
Tanto o enredo como os movimentos surpreendentes desse jogo de xadrez são previamente estudados e planejados por campeões internacionais. A execução segue ordens, transmitidas do alto de uma tribuna, no antigo idioma da República de Veneza que, alias, muito se assemelha ao dialeto dos imigrantes italianos do Rio Grande do Sul. 0 script, imaginoso e brilhante, é composto por escritores que trabalham para o cinema italiano ou internacional. A execução toda, incluindo musica, canto e bailado, brota da alma campesina da gente de Matóstica, sob a orientação de mestres contratados pelo Instituto do Turismo Italiano.

É na Igreja de SANTA MARIA ASSUNTA que estão os registros de Batismo dos filhos e filhas de LORENZO BERTOLIN & MAGDALENA MORESCO.

UM POUCO DA NOSSA HISTÓRIA


Família Bertolin,


Este Blog tem o objetivo de reunir um pouco da história da família, identificar as origens e registrar a história destes homens e mulheres que deixaram a Itália em busca de novas perspectivas, mesmo diante de tantas incertezas e  num país longínquo e desconhecido.

O conteúdo aqui postado tem a pretensão de servir para aproximar as gerações da família Bertolin, que deixaram a comuna de Maróstica - Vicenza, Itália e aqui no Brasil estão construindo uma nova história, a quase 140 anos. 

Meu propósito é trazer conhecimento sobre nossas raízes, quem foram nossos antepassados e quem são  os dessedentes desta corajosa família de imigrantes que hoje se multiplicam Brasil a fora.

Esta Longa trajetória começou no dia 31 de Dezembro de 1877, quando  Lorenzo BERTOLIN e Sua esposa Maria Magdalena MORESCO e seus seis filhos embarcaram no Porto de Gênova, com destino ao Brasil.



Quem foram os Patriarcas:


Lorenzo Bertolin e sua esposa Magdalena Moresco, são os patriarcas que vieram da Itália para o Brasil. Junto vieram os filhos, Todos solteiros:


Maria Bertolin - Casou no Brasil no dia 15 de Novembro de 1879 com Francesco Ponticelli.

Setlla Bertolin - Casou no Brasil no dia 10 de Novembro de 1883, com Irineo Bertani.

Orazio Guiseppe Bertolin - Formou familia no Brasil com Sebastiana Alves Monteiro da Silva.

Luigia(luiza) Bertolin - Casou no Brasil no dia 16 de Novembro de 1889, com Victorio Toaldo.

Victoria Bertolin - casou no Brasil no dia 06 de Julho de 1891, com Pedro Toaldo (irmão de Victorio Toaldo).

Alexandre Bertolin, filho caçula  do casal, chegou no Brasil com apenas 7 anos de idade. Casou com Rosa Zanella.


Após um período de quarentena no Rio de janeiro, a Familia BERTOLIN  estabeleceu-se na Colônia Dona Isabel, Estrada Geral - Lote 54, hoje município de Bento Gonçalves-RS.


Orazio Giuseppe Bertolin, meu TATARAVÔ, nasceu na cidade de MARÓSTICA - Vicenza - Itália. Foi Batizado na paróquia Santa Maria Assunta, na cidade de MARÓSTICA, conforme CERTIFICADO DE BATISMO em arquivo 112 página 23.

Orázio se apaixonou e viveu com  SEBASTIANA ALVES MONTEIRO DA SILVA.  O casal teve 06(SEIS) filhos: ANDRÉ - ALBERTINA - MAGDALENA (esta faleceu com 02 anos de idade, conforme registro número 35, do livro C-2, do cartório de Lagoa Vermelha-RS) ANÁLIA e VITÓRIO(este faleceu solteiro) e REDOVINO.


Logo após o Nascimento de REDOVINO, o casal se separou. 

ORAZIO GUISEPPE BERTOLIN  trabalhou como construtor de muros, casas de pedras e túmulos. Junto com seu filho ANDRÉ, seguiam a cavalo, do Rio Grande do Sul até Palmas-PR, onde executaram muitos trabalhos.
ORÁZIO BERTOLIN, viveu seus últimos dias na casa de seu neto GUERINO RINEO BERTOLIN (Meu avô) em Agua Santa - RS. Faleceu no dia 09 de Setembro de 1942, em Água Santa-RS. Seus restos mortais encontram-se no cemitério municipal de Galvão - SC.
REDOVINO BERTOLINI, filho  caçula de Orázio, viveu em Bento Gonçalves-RS. Por razão ainda desconhecida, teve uma alteração na gráfia do sobrenome, incluindo um "I" no final, passando a assinar REDOVINO BERTOLINI.